Resumo
A icterícia fisiológica é o problema de maior freqüência no período neonatal, atingindo 30% a 50% dos recém-nascidos de termo. Cerca de 10% dessas crianças necessitam, pelos padrões atuais, de tratamento fototerápico. Os aparelhos emissores de luz usados para esse tratamento podem ser basicamente de três tipos: com lâmpada do tipo fluorescente, com lâmpada halogênea montada em refletor do tipo spot e com manta emissora de luz fria usando fibra óptica. O aparelho de fototerapia proposto utiliza fibras ópticas modificadas, consistindo de uma manta radiadora de luz que estará em contato com o recém-nascido portador de elevado nível de bilirrubina. O guia de luz a ser utilizado na construção da manta é do tipo multimodo índice degrau, tendo como núcleo PMMA e como casca teflon. A presente proposta utiliza fibras ópticas comercialmente disponíveis, sendo que a inovação tecnológica está na utilização de um processo mecânico que altera a superfície da fibra, modificando a reflexão interna total e originando uma emissão lateral controlada da luz. As fibras devem emitir luz através da casca no interior da manta. Na primeira fase do projeto foram construídos dispositivos e ferramentas mecânicas que produzem corrugações controladas na superfície das fibras e realizados ensaios em fibras com diferentes diâmetros e materiais. Na segunda etapa foi desenvolvido o produto. (AU)
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