| Processo: | 06/03830-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2008 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | Denise Tostes Oliveira |
| Beneficiário: | Denise Tostes Oliveira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Bauru |
| Assunto(s): | Patologia bucal Neoplasias bucais Carcinoma de células escamosas Proteína catiônica de eosinófilo Polimorfismo genético |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cancer De Boca | Carcinoma Espinocelular | Eosinofilo | Polimorfismo Genetico | Patologia Bucal |
Resumo
A proteína catiônica eosinofílica (ECP), presente nos grânulos específicos dos eosinófilos, tem despertado interesse dos pesquisadores por sua atividade citotóxica, particularmente para células tumorais. A função exata dos eosinófilos nas neoplasias malignas sólidas, como nos carcinomas espinocelulares (CEC), continua sendo um enigma. O objetivo deste trabalho consiste em investigar a prevalência do polimorfismo 434(G>C) do ECP nos pacientes com CEC bucal, correlacionando-o com a eosinofilia tecidual associada aos tumores (TATE) e com a evolução clínica destas neoplasias. A população de estudo será constituída por pacientes submetidos a tratamento, para CEC bucal, no Departamento de Cirurgia de Cabeça e Pescoço e Otorrinolaringologia do Centro de Tratamento e Pesquisa do Hospital do Câncer A.C. Camargo, Fundação Antônio Prudente, São Paulo, Brasil, entre 1994 a 1998. As amostras de CEC, obtidas do material incluído em parafina dos arquivos do Departamento de Anatomia Patológica do Hospital do Câncer A.C. Camargo, serão utilizadas para a determinação da TATE. Para a investigação do polimorfismo, o DNA será extraído a partir do sangue periférico e processado no Laboratório NeoGene do Departamento de Urologia da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e o genótipo 434 será detectado pela clivagem da seqüência específica de DNA amplificada com a enzima de restrição PstI e análise dos produtos de clivagem pela eletroforese em gel de agarose. A relação entre as variáveis clínicas e do polimorfismo com a TATE será calculada pelo teste qui-quadrado ou teste de Fisher. A sobrevida global e livre de doença será calculada pelo método Kaplan-Meier e a comparação das curvas de sobrevida serão realizadas utilizando-se o teste de log-rank. Nível de significância de 5% será adotado para todos os testes estatísticos. (AU)
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