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Monitoramento molecular de cianobactérias hepatotóxicas em sistemas de abastecimento de água na Região Metropolitana de São Paulo

Processo: 06/03878-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2006 - 31 de dezembro de 2008
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Saneamento Básico
Pesquisador responsável:Maria Do Carmo Bittencourt de Oliveira
Beneficiário:Maria Do Carmo Bittencourt de Oliveira
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Cianobactérias  Microcistinas  Marcador molecular  Abastecimento de água  Reservatórios  ELISA  Cromatografia líquida de alta pressão 

Resumo

As florações de cianobactérias em ecossistemas aquáticos brasileiros tornam-se cada vez mais frequentes, desencadeando inúmeras consequências danosas à Saúde Pública e ao ambiente. Algumas cianobactérias podem produzir microcistinas, hepatotoxinas liberadas na água que causam problemas de envenenamento e são promotoras de tumores em mamíferos. A presença de determinados genes determina a potencialidade da produção de microcistina. Sendo assim, cianobactérias tóxicas são localizadas através de marcadores moleculares de genes que codificam para as enzimas envolvidas na biossíntese da microcistina. Segundo a Portaria do Ministério da Saúde 518, a partir de abril de 2005 as empresas distribuidoras de água deverão obrigatoriamente realizar o monitoramento sistemático em relação à presença de cianobactérias e microcistinas presente na água bruta (manancial) e tratada destina da ao abastecimento público. Atualmente há diversas análises sendo empregadas para tal fim, como bioensaios com camundongos, ELISA e uso de HPLC. No entanto, estas metodologias possuem certas restrições em relação a custo, rapidez, infra-estrutura, treinamento de pessoal, etc. O presente projeto tem como principal objetivo validar a técnica de marcadores moleculares para microcistina (Método para Detecção de Microcistina in situ através de Marcadores Moleculares - PI0400576-7). Para isso serão utilizadas amostras coletadas por técnicos da SABESP em 6 reservatórios pertencentes aos mais importantes sistemas de abastecimento de água da região metropolitana do estado de São Paulo. Análises de microcistinas através de métodos imunoenzimáticos (ELISA) e analitícos (HPLC) serão confrontados com os resultados obtidos. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
BITTENCOURT-OLIVEIRA, MARIA DO CARMO; PICCIN-SANTOS, VIVIANE; GOUVEA-BARROS, SELMA. Microcystin-producing genotypes from cyanobacteria in Brazilian reservoirs. ENVIRONMENTAL TOXICOLOGY, v. 27, n. 8, p. 461-471, AUG 2012. Citações Web of Science: 9.

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