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Avaliação da capacidade osseoindutora de proteínas angiogênicas derivadas do látex natural na osseointegração e estabilidade de implantes de titânio: estudo histológico, de RFA e histométrico em mandíbula de cães

Processo: 06/04359-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2006 - 30 de novembro de 2008
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Samuel Porfirio Xavier
Beneficiário:Samuel Porfirio Xavier
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Angiogênese  Ósseointegração 

Resumo

A instalação de implantes em alvéolos após a extração dental ou em leitos ósseos mais largos que o diâmetro dos implantes ainda constitui um desafio clínico em implantodontia. Nesses casos, está indicada a utilização de enxertos e/ou biomateriais que acelerem o processo de reparo ósseo em torno dos implantes. Recentemente, proteínas purificadas na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP, a partir do látex natural extraído de Hevea brasilienses demonstraram apresentar propriedades angiogênicas e significante aumento no reparo ósseo de alvéolos dentais. O propósito do presente trabalho é o de avaliar a capacidade osseoindutora destas proteínas angiogênicas em defeitos ósseos críticos na osseointegração e estabilidade de implantes de titânio. Dez cães jovens, de ambos os sexos, sem raça definida, pesando em média, de 10 a 12 quilos, serão submetidos a cirurgias mandibulares para confecção de 4 defeitos ósseos críticos bilaterais realizados com trefina (6.3 x 4.0 mm). No centro do defeito será instalado um implante de titânio (3.3 x 10.0 mm). Os defeitos ósseos em cada animal serão tratados da seguinte maneira: Grupo Controle: defeito ósseo preenchido apenas por coágulo. Grupo Implante+Colágeno: defeito ósseo preenchido apenas pelo colágeno. Grupo Implante+Proteína: defeito ósseo preenchido por proteína angiogênica purificada do látex natural associada ao colágeno. Grupo Implante+Osso autógeno: defeito ósseo preenchido por osso autógeno obtido da confecção dos defeitos ósseos. Em um dos lados da mandíbula os implantes serão recobertos por membrana não absorvível (Gore Tex®, GT4), enquanto que no lado contralateral os implantes serão recobertos apenas pelo retalho mucoperiosteal. Cinco animais serão sacrificados após quatro e doze semanas da cirurgia, respectivamente. A estabilidade dos implantes será medida através de freqüência de ressonância (RFA) no dia da instalação dos implantes e no sacrifício doa animais. Blocos ósseos contendo os sítios experimentais com os implantes serão processadas para cortes por desgaste, para as avaliações histológica e histométrica (contato osso-implante e área de osso dentro das roscas). Os resultados numéricos obtidos serão submetidos à análise estatística pela análise de variância (ANOVA). (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
MANFRIN ARNEZ, MAYA FERNANDA; XAVIER, SAMUEL PORFIRIO; PINTO FARIA, PAULO ESTEVES; PEDROSA JUNIOR, WAGNER FERNANDES; CUNHA, TATIANA RAMIREZ; DE MENDONCA, RICARDO JOSE; COUTINHO-NETTO, JOAQUIM; SALATA, LUIZ ANTONIO. Implant Osseointegration in Circumferential Bone Defects Treated with Latex-Derived Proteins or Autogenous Bone in Dog's Mandible. CLINICAL IMPLANT DENTISTRY AND RELATED RESEARCH, v. 14, n. 1, p. 135-143, 2012. Citações Web of Science: 0.

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