Busca avançada
Ano de início
Entree

Efeito de diferentes protocolos de exercício de força sobre o perfil hormonal e marcadores de lesão muscular

Processo: 06/54683-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2006 - 31 de julho de 2008
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia do Esforço
Pesquisador responsável:Marcelo Saldanha Aoki
Beneficiário:Marcelo Saldanha Aoki
Instituição-sede: Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Sistema musculoesquelético  Músculo esquelético  Mialgia  Hipertrofia  Hormônios  Treinamento de força 

Resumo

O treinamento de força conquistou um grande espaço nos programas voltados para promoção-manutenção da saúde, e também está sendo adotada no tratamento de algumas patologias (Feingenbaum & Pollock, 1999). A manutenção e o ganho de massa muscular deixaram de ser objetivos exclusivamente estéticos. Alguns estudos recentes ressaltam a importância da massa muscular para a qualidade de vida. A relevância da manutenção da massa muscular para qualidade de vida tem sido constatada, principalmente, durante o envelhecimento. Porém, outras situações também são marcadas pela rápida perda de massa muscular. O intenso catabolismo muscular observado em patologias como AIDS e Câncer é responsável pelo aumento da taxa de mortalidade. Diversos estudos têm demonstrado que o treinamento de força é capaz de atenuar o catabolismo muscular nestas situações (Strawford et al., 1999; Foster-Burns, 1999; Hurley & Roth 2000; Al-Majid & Mccarthy 2001; Drewnowski & Evans 2001). Apesar do corpo de evidências sobre os benefícios do treinamento de força apresentar um significativo grau de hipertrofia nos últimos 30 anos, ainda existem limitações com relação ao controle da intensidade do estímulo. Portanto, o objetivo deste projeto é analisar o comportamento de hormônios (GH, ACTH, Cortisol, Testosterona) e de citocinas (IL-1, IL-6 e PGE2), além de estimar o grau de estresse muscular (CK e LDH) em indivíduos submetidos a quatro diferentes protocolos de exercícios de força com diferentes intensidades que possuem o mesmo volume. Conhecendo o perfil endócrino, assim como os marcadores de lesão muscular, em diferentes intensidades há a possibilidade de se prescrever um treinamento de força mais adequado para cada tipo de população (iniciante, sedentário, idoso, portador de patologias e atleta de alta performance). Pensando, principalmente, naqueles que exigem um cuidado especial, como idosos ou aqueles que possuem alguma fragilidade muscular, é imprescindível conhecer a carga de estresse fisiológico a que o organismo é submetido em diferentes intensidades do treinamento de força. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
CHARRO, M. A.; AOKI, M. S.; COUTTS, A. J.; ARAUJO, R. C.; BACURAU, R. F. Hormonal, metabolic and perceptual responses to different resistance training systems. JOURNAL OF SPORTS MEDICINE AND PHYSICAL FITNESS, v. 50, n. 2, p. 229-234, JUN 2010. Citações Web of Science: 13.
UCHIDA, MARCO C.; CREWTHER, BLAIR T.; UGRINOWITSCH, CARLOS; BACURAU, REURY FRANK P.; MORISCOT, ANSELMO S.; AOKI, MARCELO S. HORMONAL RESPONSES TO DIFFERENT RESISTANCE EXERCISE SCHEMES OF SIMILAR TOTAL VOLUME. JOURNAL OF STRENGTH AND CONDITIONING RESEARCH, v. 23, n. 7, p. 2003-2008, OCT 2009. Citações Web of Science: 22.
UCHIDA, MARCO C.; NOSAKA, KEN; UGRINOWITSCH, CARLOS; YAMASHITA, ALEX; MARTINS, JR., EIVOR; MORISCOT, ANSELMO S.; AOKI, MARCELO S. Effect of bench press exercise intensity on muscle soreness and inflammatory mediators. JOURNAL OF SPORTS SCIENCES, v. 27, n. 5, p. 499-507, 2009. Citações Web of Science: 57.

Por favor, reporte erros na lista de publicações científicas escrevendo para: cdi@fapesp.br.