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Prevalência de novos agentes virais transmissíveis por transfusão sanguínea através de doadores de sangue da Cidade de São Paulo

Processo: 06/04111-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2007 - 30 de abril de 2010
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Claudia Cortese Barreto
Beneficiário:Claudia Cortese Barreto
Instituição-sede: Hemocentro de São Paulo. Fundação Pró-Sangue. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Biologia molecular  Transfusão de sangue  Doadores de sangue  Segurança do sangue  Viroses 

Resumo

A segurança transfusional vem aumentando de forma considerável em todos os bancos de sangue do mundo e o risco de transmissão de determinados agentes infecciosos tornou-se menor desde o surgimento da Aids. No Brasil, até o presente momento, é obrigatória a triagem sorológica do HIV-I/II, HCV, HTLV I/II, HBV, da doença de Chagas e da sífilis. Apesar deste fato, o risco de transmissão destes patógenos através da transfusão de sangue e hemoderivados ainda é um dos maiores problemas enfrentados pelas políticas de saúde pública. Outro problema é o surgimento de novas infecções transmitidas pelos chamados vírus emergentes. Com o aumento das migrações humanas e de aves tais agentes, que estavam circunscritos a determinadas regiões do mundo, começam a causar novas epidemias. A vigilância destes patógenos deve ser mantida para garantir a segurança transfusional. Assim, o nosso objetivo é avaliar o impacto da presença de dois agentes virais conhecidos como vírus da Dengue e West Nile Virus (WNV) na população de doadores de sangue na cidade de São Paulo. (AU)