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Interferência da NOSintase induzida e das metaloproteinases 2 e 9 no desenvolvimento e progressão de aneurismas na aorta abdominal: modelo experimental inédito

Processo: 07/00342-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2007 - 31 de agosto de 2010
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Simone Gusmão Ramos
Beneficiário:Simone Gusmão Ramos
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças cardiovasculares  Aneurisma da aorta abdominal  Óxido nítrico  Metaloproteinases  Progressão da doença 

Resumo

Aneurismas de aorta abdominal (AAA) têm uma alta prevalência na população idosa e são responsáveis por um grande número de mortes. A despeito da sua alta frequência, muito pouco é conhecido com relação aos seus mecanismos de formação e progressão. Esse conhecimento escasso deve-se, em parte, à carência de modelos animais comparáveis a esta doença. Desenvolvemos em nosso laboratório, um novo modelo de aneurisma abdominal associando estenose extrínseca e injúria adventicial em aortas de ratos Wistar. Estes dois fenômenos juntos contribuem para a formação e a progressão de aneurismas abdominais num período de 30 dias. Há infiltrado inflamatório adventicial, seguido por intensa atividade elastolítica e reposição da parede arterial por uma proliferação mesenquimal abundante, predominantemente células musculares lisas. A dilatação é restrita à área remodelada e o tecido neoformado envolve a parede vascular remanescente, apoiando-se nesta. Sem as alterações reológicas promovidas pela estenose, os aneurismas não se desenvolvem. Vários trabalhos experimentais e em humanos vêm enfatizando a participação do óxido nítrico (NO) na formação dos aneurismas. Neste projeto, visamos avaliar a participação das metaloproteinases 2 e 9 (MMPs 2 e 9) e da iNOS (óxido nítrico sintase induzida) no desenvolvimento e progressão destes aneurismas. Essa associação tem sido muito especulada e este modelo poderá ajudar neste entendimento. (AU)