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Caracterização morfológica e imunocitoquímica de fibrose em pâncreas de doadores humanos e sua potencial influência no isolamento de ilhotas utilizadas para transplante

Processo: 07/51894-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2007 - 31 de agosto de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Pesquisador responsável:Mari Cleide Sogayar
Beneficiário:Mari Cleide Sogayar
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Matriz extracelular  Proteoglicanas  Diabetes mellitus  Fibrose 

Resumo

O Diabetes Mellitus, doença autoimune diagnosticada em 8% da população brasileira, é uma doença antiga, mas que ainda constitui um desafio para a medicina moderna. O transplante de ilhotas pancreáticas humanas é um método de terapia celular considerado como sendo uma boa opção para pacientes portadores de Diabetes Mellitus tipo I, por se tratar de um procedimento não invasivo e relativamente simples, quando comparado com o transplante de pâncreas isolado. Entretanto, para se atingir a eficiência deste método, ou seja, a reversão do diabetes em pacientes submetidos à essa terapia, é necessário aperfeiçoar o procedimento de isolamento de ilhotas pancreáticas humanas através do conhecimento da natureza morfológica e funcional dos tecidos pancreático e endócrino de doadores cadavéricos encaminhados ao isolamento. A fibrose pancreática constitui um dos aspectos que pode comprometer a funcionalidade do tecido pancreático. Resultados preliminares do nosso laboratório mostram que a deposição excessiva de colágeno causada por um processo fibrótico parece influenciar negativamente o rendimento de ilhotas pancreáticas. Para investigar esse processo e relacioná-lo com o rendimento e funcionalidade das ilhotas, decidiu-se caracterizar, através de reações imunohistoquímicas, as deposições de moléculas da matriz extracelular como os proteoglicanos biglicam e decorim, os colágenos I, III e VI e o fator de crescimento TGF-ß1, potenciais marcadores do processo de fibrose. As técnicas de RT-PCR e Western blot serão utilizadas para confirmar dados de expressão e permitir uma melhor avaliação da influência do processo fibrótico nas amostras e suas implicações com o rendimento e a funcionalidade das ilhotas pancreáticas. (AU)