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A associação da demência com intolerância à glicose e diabetes mellitus em função da presença ou não da resistência insulínica e marcadores inflamatórios em idosos

Processo: 07/52487-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2007 - 31 de outubro de 2009
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Antonio Carlos Lerario
Beneficiário:Antonio Carlos Lerario
Instituição-sede: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Adiponectina  Demência  Diabetes mellitus  Marcadores inflamatórios 

Resumo

O objetivo deste protocolo é identificar a associação da demência com intolerância à glicose e diabetes mellitus em função da presença ou não da resistência insulínica e marcadores inflamatórios em idosos. Serão avaliados 150 pacientes previamente submetidos ao teste oral de tolerância à glicose e classificados quanto à tolerância à glicose em: normoglicêmicos (n=50), tolerância à glicose diminuída (n=50) e diabetes (n=50). Todos os pacientes serão avaliados antropometricamente, será feita a avaliação da cognição através do Mini-Exame do Estado Mental, teste do relógio e teste de fluência verbal e coleta de sangue periférico para dosagem de glicemia, hemoglobina glicada, colesterol total e frações, insulina, adiponectina, TNF alfa e IL-6. A dosagem da insulina basal, adiponectina, TNF alfa e IL-6 será realizada no Centro de radioimunoensaio de São Paulo, cujos gastos está sendo solicitado auxílio à pesquisa à FAPESP. Os pacientes que apresentarem escores abaixo do esperado nos testes de cognição serão reavaliados para diagnóstico de demência; diagnóstico que é exclusivamente clínico, e confirmado por outros testes aplicados por neuropsicóloga, exames laboratoriais de rastreio e Tomografia computadorizada de crânio para diagnóstico diferencial de outras causas de demência. Definido o diagnóstico de Síndrome demencial, a etiologia de demência do tipo Alzheimer, vascular ou mista será determinada pelos critérios diagnósticos do NINDS-AIREN, pelo escore isquêmico de Hashinski e exame de Ressonância Magnética de crânio sem contraste para melhor identificação de lesões de pequenos vasos. Numa população geral a prevalência de demência é de 10%. Estimamos a mais a necessidade de realização de cerca de 30 exames de ressonância magnética de crânio, cujo gasto será solicitado auxílio à pesquisa à FAPESP. (AU)

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