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Avaliação de pacientes com espectro clínico da síndrome da deleção 22q11.2 através de hibridização in situ por fluorescência, de marcadores polimórficos de DNA e da técnica multiplex ligation-dependent probe amplification

Processo: 07/53984-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2007 - 31 de agosto de 2009
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Maria Isabel de Souza Aranha Melaragno
Beneficiário:Maria Isabel de Souza Aranha Melaragno
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Aberrações cromossômicas  Síndrome da deleção 22q11  Marcadores genéticos  Repetições de microssatélites  Hibridização in situ fluorescente  Reação em cadeia da polimerase multiplex 

Resumo

A síndrome da deleção 22q11.2 é a síndrome de microdeleção mais comum na população, atingindo cerca de 1 em 4000 nascidos vivos. Os portadores do espectro clínico da deleção apresentam cardiopatia congênita, atraso de desenvolvimento neuropsicomotor, hipocalcemia, palato fendido e hipertelorismo, entre outras características, havendo grande variabilidade fenotípica. O presente trabalho tem como objetivo investigar pacientes com malformações cardíacas e com sinais fenotípicos da síndrome da deleção 22q11.2 (del22gl 1.2) quanto à presença, origem e extensão da deleção 22q 11.2. A deleção 22q11.2 será investigada por três abordagens diferentes: (1) análise citogenética-molecular por meio da técnica de Hibridação in situ por Fluorescência (FISH) com sondas específicas para região crítica de 22q11.2 para o estudo da presença da deleção, bem como com diferentes sondas da região 22g11.2 para a determinação da extensão da deleção, (2) investigação molecular por meio de marcadores polimórficos de DNA nos pacientes e em seus pais, o que possibilita a determinação da origem da deleção, e (3) pela técnica de Multiplex Ligation-dependent Probe Amplification (MLPA) a qual, além de permitir a detecção da deleção 22q11.2, possibilita a identificação de alterações em outras regiões cromossômicas que podem resultar em um fenótipo associado ao da síndrome del22gl1.2. Nos casos de pacientes portadores da deleção, serão realizados os cariótipos dos pais e a FISH, uma vez que essa pode ser herdada. Este trabalho possibilitará o estudo detalhado das deleções 22q11.2, a comparação de diferentes metodologias para a investigação da deleção, uma melhor compreensão dos mecanismos de formação e uma correlação cariótipo-fenótipo mais precisa. (AU)

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