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Resistência as infecções por nematódeos gastrintestinais de cordeiras e borregas produto do cruzamento de carneiros de várias raças ovinas com matrizes Santa Inês

Processo: 07/54582-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2007 - 30 de setembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Alessandro Francisco Talamini Do Amarante
Beneficiário:Alessandro Francisco Talamini Do Amarante
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Trichostrongylus  Raça  Prevenção de doenças  Ovinos  Haemonchus  Imunidade 

Resumo

Experimentos prévios demonstraram que ovinos da raça Santa Inês apresentam maior resistência às infecções por nematódeos gastrintestinais em comparação com ovinos de raças européias. No entanto, uma prática comum entre os ovinocultores, é a realização do cruzamento de animais Santa Inês com ovinos de outras raças com o objetivo de aumentar a produtividade do rebanho. Como não existem informações sobre o padrão de resistência desses animais de primeira geração (Fl), dois experimentos serão realizados com o objetivo de avaliar a resistência e o desempenho produtivo de fêmeas, produto do cruzamento entre as raças Santa Inês x Dorper, Santa Inês x Ile de France, Santa Inês x Suffolk e Santa Inês x Texel em comparação com cordeiras Santa Inês e Ile de France puras. No primeiro Experimento (Exp. 1) serão avaliadas cordeiras com idade inicial de três meses, infectadas artificialmente com Haemonchus contortus. No segundo experimento (Exp. 2), serão avaliadas borregas com idade inicial de 12 meses, naturalmente infectadas com nematódeos gastrintestinais. Amostras individuais de fezes e de sangue serão colhidas dos animais dos dois experimentos para a realização de exames parasitológicos, hematológicos e imunológicos. Os animais serão pesados para que seja avaliado o efeito das infecções no desenvolvimento. Ao final dos experimentos, as cordeiras do Exp. 1 serão abatidas para que se proceda a contagem de nematódeos bem como a colheita de amostras de tecido e muco do abomaso para análises histológicas e imunológicas. Nos cortes histológicos serão quantificados os eosinófilos, mastócitos e leucócitos globulares. As concentrações séricas de IgA e IgG anti-H. contortus (Exp. 1 e Exp. 2) e anti-T. colubriformis (Exp. 2) será determinada por ELISA. No Exp. 1 também será avaliada a concentração de IgA no muco do abomaso. (AU)