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Avaliação do teste de polarização fluorescente (TPF) e da prova do antígeno acidificado tamponado em soros tratados com rivanol (AAT-RIV) no diagnóstico sorológico da brucelose suína

Resumo

A ocorrência de um foco em um rebanho no município de Jaboticabal indica que a brucelose suína ainda é motivo de preocupação no Brasil e que o estudo de aspectos relacionados a sua epidemiologia é necessário, principalmente quando se consideram os graves prejuízos que a introdução da enfermidade provoca em um plantei e os riscos para a saúde humana que a Brucella suis representa. No Brasil, o programa oficial de controle e erradicação da brucelose bovina e bubalina prevê que o diagnóstico seja feito usando a prova do antígeno acidificado como triagem, e os soros com resultado positivo são submetidos a um teste confirmatório, que pode ser a reação de fixação de complemento ou a combinação da prova de soroaglutinação lenta em tubos com a prova do 2-mercaptoetanol. Em relação aos suínos, não há um programa especificamente para o controle da brucelose, mas as Normas para Certificação de Granjas de Reprodutores Suídeos estabelecem o uso das mesmas técnicas laboratoriais utilizadas para bovinos e bubalinos. Ambas as opções oficiais de teste confirmatório apresentam inconvenientes que dificultam sua realização, limitando o número de laboratórios envolvidos nesse diagnóstico. Diante dessas dificuldades, este projeto tem por objetivo avaliar o desempenho da prova do antígeno acidificado tamponado, após tratamento dos soros com rivanol, e do teste de polarização fluorescente no diagnóstico sorológico da brucelose suína, comparando seus resultados com aqueles dos testes estipulados pela legislação brasileira. Para isso, serão usadas amostras de soro sangüíneo de 330 suínos de um rebanho infectado do qual foi isolada B. suis e também amostras de 1.000 suínos procedentes de rebanhos livres de brucelose, que serão colhidas em frigoríficos do estado de São Paulo. (AU)