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Potencial da atividade antimicrobiana in vitro de extratos vegetais do cerrado sobre cepas de Staphylococcus aureus isolados de mastite bovina

Processo: 08/57524-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2009 - 31 de março de 2010
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Luiz Augusto Do Amaral
Beneficiário:Luiz Augusto Do Amaral
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Mastite animal  Bovinos 

Resumo

À mastite bovina é caracterizada por processo inflamatório da glândula mamaria e classificada de acordo com a forma de apresentação, podendo ser clínica ou subclínica. O Staphylococcus aureus destaca-se como o principal agente etiologico da mastite contagiosa e importante microorganismo na epidemiologia de doenças veiculadas por alimentos, devido a sua alta prevalência e produção de toxinas termorresistentes causadoras de gastrenterites alimentares ao homem. O tratamento da mastite bovina é realizado através da antibioticoterapia, entretanto seu uso ostensivo e inadequado proporciona resistência bacteriana a diversos princípios ativos. O agente patogênico em estudo, Staphylococcus aureus, apresenta alta resistência aos antimicrobianos disponíveis no mercado. Além da dificuldade de controlar uma enfermidade de grande impacto econômico e epidemiológico, os tratamentos atualmente disponíveis acarretam sérios prejuízos ao consumidor, à indústria e ao rebanho, devido ao risco da presença de resíduos dessas substâncias no produto final. Considerando-se a riqueza da vegetação das plantas nativas do cerrado, a existência de estudos prévios que relatam atividade antimicrobiana de alguns compostos destas plantas bem como o uso já adotado pela população, é essencial o desenvolvimento de projetos nessa perspectiva com o objetivo de gerar benefícios terapêuticos e econômicos. De acordo com a realidade apresentada justifica-se o presente estudo, que tem como objetivo avaliar o potencial de atividade antimicrobiana "in vitro" de algumas plantas nativas do cerrado brasileiro frente ao agente Staphylococcus aureus, isolados de leite mastítico, bem como de outras fontes de contaminação envolvidas na cadeia produtiva do leite consideradas fatores de risco para a ocorrência da doença. (AU)

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