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Estudo da interação entre duas espécies de begomovírus em pimentão (Capsicum annuum) e tomate (Lycopersicon esculentum) e no vetor Bemisia tabaci

Processo: 09/51134-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2009 - 31 de maio de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Marcelo Agenor Pavan
Beneficiário:Marcelo Agenor Pavan
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Controle fitossanitário  Insetos vetores  Mosca-branca  Bemisia tabaci  Vírus de plantas  Begomovirus  Pimentão  Tomate 

Resumo

Os vírus pertencentes ao gênero Begomovírus da família Geminiviridae são transmitidos pela mosca-branca Bemisia tabaci Gennadius, de maneira circulativa não propagativa e atualmente constituem um dos problemas fitossanitários mais sérios em diversas culturas. A mosca-branca encontra-se disseminada em todas as principais regiões produtoras de hortaliças do Brasil. No estado de São Paulo, até 2005, estudos demonstraram que o Tomato yellow vein streak vírus (ToYVSV) era predominante na região de Campinas-SP em culturas de tomate (Delia Vecchia, 2006), porém, a partir de 2006, ocorreu uma inversão e Tomato severe rugose vírus (ToRSV) foi de maior ocorrência nesta mesma região (Barbosa, 2007). Algo semelhante foi constatado em pimentão, onde 91,3% das plantas positivas coletadas em diferentes regiões do estado de São Paulo apresentaram identidade variando de 98 a 100% com o ToSRV (Nozaki, 2007). Na tentativa de compreender a predominância do ToSRV nos campos de produção de tomate e pimentão, em curto período de tempo, este trabalho tem como objetivo estudar alguns componentes de infecção viral como: a) interação entre duas espécie de begomovírus em planta (ToYVSV e ToSRV), na tentativa de observar se ocorre sinergismo entre o ToRSV com o ToYVSV; b) correlacionar a aquisição destes pela mosca-branca B. tabaci biótipo B em todas as gerações do inseto; c) observar os sintomas induzidos em diferentes espécies de plantas quando estes vírus são inoculados juntos e separados. Os dados obtidos poderão contribuir para os estudos epidemiológicos e manejo fitossanitário da doença causada por esses begomovírus. (AU)