Busca avançada
Ano de início
Entree

Avaliação do estresse oxidativo em ilhotas pancreáticas de animais resistentes à insulina por tratamento com dexametasona e possíveis efeitos benéficos do treinamento físico e do tratamento com N-acetilcisteína (NAC)

Processo: 07/07818-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2008 - 30 de junho de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:José Roberto Bosqueiro
Beneficiário:José Roberto Bosqueiro
Instituição-sede: Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Estresse oxidativo  Resistência à insulina  Ilhotas pancreáticas  Exercício físico  Dexametasona  Fisiologia endócrina 

Resumo

A insulina, hormônio secretado pelas células beta pancreáticas, é responsável pela manutenção dos níveis adequados de nutrientes circulantes, em especial da glicose. Dependendo da dose ou tempo de tratamento, os glicocorticóides podem induzir resistência periférica à insulina. No início, a resistência à insulina é compensada por aumento nas concentrações plasmáticas do hormônio, mantendo, assim, captação normal de glicose. Diversos estudos têm associado o aumento nos níveis de espécies reativas de oxigênio (ROS) e conseqüente estresse oxidativo com o surgimento de resistência periférica à insulina, bem como com a deterioração da função das células beta pancreáticas. Hiperglicemia e concentrações plasmáticas elevadas de ácidos graxos livres (AGL) resultam em acentuada produção de ROS, e têm sido associadas ao surgimento de resistência periférica à insulina em modelos de pré-diabetes. Dados obtidos em nosso laboratório, utilizando modelo de resistência à insulina induzida por dexametasona mostram aumento significativo nos níveis séricos de AGL, diminuição da tolerância à glicose e sensibilidade periférica à insulina concomitante com hiperglicemia e hiperinsulinemia. Além disso, outros dados apontam para aumento na geração de ROS e diminuição na expressão protéica e atividade de enzimas antioxidantes nas ilhotas pancreáticas desses animais in vivo e ex vivo e em cultura de células RINm5F incubadas com dexametasona. Quando submetidos a treinamento físico, os animais tratados com dexametasona apresentaram redução na insulinemia, quando comparados com ratos sedentários tratados com dexametasona pelo mesmo período. Tendo em vista os resultados obtidos em nosso laboratório acerca dos efeitos da dexametasona sobre a homeostase glicêmica e oxidativa e do exercício físico sobre a insulinemia e dados de literatura apontando para os efeitos benéficos do tratamento com substâncias antioxidantes, o presente trabalho tem como objetivo investigar os possíveis efeitos promovidos pelo treinamento físico e pelo tratamento com o antioxidante N-acetilcisteína (NAC) prévio à indução de resistência à insulina por dexametasona sobre diversos parâmetros associados ao estresse oxidativo no soro e em ilhotas pancreáticas. (AU)

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.