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Avaliação de elevada concentração da Bauhinia forficata em ratos diabéticos sobre parâmetros bioquímicos, teciduais e toxicológicos

Resumo

Há cerca de 15 anos nosso laboratório vem investigando o efeito de plantas tidas popularmente como antidiabéticas. Nestes estudos empregamos a indução de diabetes em ratos através de estreptozotocina e um modelo bem estabelecido de avaliação de parâmetros fisiológicos e bioquímicos séricos e urinários, que freqüentemente se alteram no diabetes. Neste modelo, os ratos são tratados diariamente por aproximadamente 1 mês com agente hipoglicemiante em estudo e alojados em gaiolas metabólicas que permitem a quantificação dos parâmetros ingestão hídrica e alimentar, volume urinário, glicosúria, uréia e proteínas urinárias. Também quantificamos o peso corporal, a glicemia bem como as atividades das enzimas séricas marcadoras de toxicidade tecidual como aspartato e alanina aminotransferases (AST e ALT) e fosfatase alcalina (ALP), entre outras. O modelo permite também detectar claramente a melhoria desses parâmetros no grupo tratado com insulina possibilitando a sua comparação com o grupo em estudo. Entre as plantas por nós já investigadas, o decocto de folhas de Bauhinia forficata revelou efeito de melhoria significativa em alguns parâmetros bioquímicos classicamente alterados no diabetes, porém não com a potencialidade da insulina. A continuidade dos estudos com esta planta envolve a investigação de um possível efeito mais potente através da administração de uma maior concentração da mesma a ratos diabéticos. (AU)