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Avaliação gênica e de proteínas do sangue e da placenta de gestantes diabéticas e com hiperglicemia leve

Processo: 08/06480-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2008 - 31 de maio de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Marilza Vieira Cunha Rudge
Beneficiário:Marilza Vieira Cunha Rudge
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):09/02689-0 - Avaliação gênica e de proteínas do sangue e da placenta de gestantes diabéticas e com hiperglicemia leve, BP.TT
09/03002-9 - Avaliação gênica e de proteínas do sangue e da placenta de gestantes diabéticas e com hiperglicemia leve, BP.TT
Assunto(s):Hiperglicemia  Gravidez  Diabetes gestacional 

Resumo

O grupo IB corresponde a gestantes portadoras de hiperglicemia leve, ou seja, gestantes que apresentam rastreamento positivo, mas diagnóstico negativo para diabete gestacional (TTG100g normal), e resposta alterada no perfil glicêmico (PG). Este grupo foi, acidentalmente, identificado em 1983, quando projeto prospectivo foi desenvolvido para padronização do PG comparando-o com o TTG100g no diagnóstico do diabete na gestação. Essas gestantes apresentam resistência à insulina, intolerância à glicose, maior susceptibilidade de desenvolver Diabete Tipo 2 alguns anos após o parto, e 53,8% de seus recém-nascidos (RN) são grandes para idade gestacional e/ou macrossômicos, semelhantes às mulheres com DMG. O objetivo desse trabalho é avaliar o quadro de hiperglicemia leve na gestação, para identificar biomarcadores moleculares e possíveis alterações genéticas relacionadas a essa alteração glicêmica. Serão avaliadas mulheres atendidas no HC da FMB - UNESP, Botucatu - SP entre 37 e 42 semanas de gestação. As pacientes serão divididas em 4 grupos: 1) mulheres com TTG e PG normais (controle), 2) mulheres com TTG normal e PG alterado (hiperglicemia leve), 3) mulheres com TTG alterado e PG normal (DMG), 4) mulheres com TTG e PG alterados (DMG ou clínico) respectivamente. Amostras de sangue periférico, placenta e sangue de cordão umbilical serão coletadas por profissional experiente e armazenadas para posterior extração de DNA e RNA Serão avaliados os de polimorfismos dos genes: PPARgama, INS, ADIPOQ, além da expressão gênica: PPARgama (sangue), TNF-alfa, adiponectina e lactogênio placentário (placenta). Será feita a dosagem materna de insulina, adiponectina, TNF-alfa, lactogênio placentário e ácidos graxos livres para correlacionar com os polimorfismos e expressões genicas.Será considerado p<0,05 como limite de significância estatística. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
GELALETI, RAFAEL B.; DAMASCENO, DEBORA C.; SALVADORI, DAISY M. F.; MARCONDES, JOAO PAULO C.; LIMA, PAULA H. O.; MORCELI, GLILCIANE; CALDERON, IRACEMA M. P.; RUDGE, MARILZA V. C. IRS-1 gene polymorphism and DNA damage in pregnant women with diabetes or mild gestational hyperglycemia. DIABETOLOGY & METABOLIC SYNDROME, v. 7, APR 2 2015. Citações Web of Science: 1.

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