Busca avançada
Ano de início
Entree

Estudo sobre o ciclo silvestre do vírus Vaccinia nos municípios de Torre de Pedra, Bofete e Anhembi - São Paulo: avaliação do potencial de roedores silvestres como reservatórios, em áreas com e sem relatos de surto em rebanhos e humanos

Processo: 10/07908-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2010 - 31 de dezembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Jane Megid
Beneficiário:Jane Megid
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesq. associados:Marina Gea Peres Serafim
Bolsa(s) vinculada(s):11/01648-9 - Estudo sobre o ciclo silvestre do Vírus Vaccinia nos municípios de Torre de Pedra, Bofete e Anhembi - São Paulo: Avaliação do potencial de roedores silvestres como reservatórios, em áreas com e sem relatos de surto em rebanhos e humanos, BP.TT
Assunto(s):Zoonoses por vírus  Vírus Vaccinia  Reação em cadeia por polimerase (PCR)  Epidemiologia  Sorologia  Mamíferos silvestres 

Resumo

Os processos de emergência de novas doenças ou de re-emergência, principalmente de origem zoonótica, estão em sua grande maioria relacionados a animais selvagens. Levando em consideração tais fatos, a varíola bovina, zoonose causada pelo Vírus Vaccinia (VACV), apresenta-se como importante doença re-emergente no Brasil, afetando rebanhos bovinos e humanos. Desde o fim do programa mundial de vacinação maciça em 1980, onde a Organização Mundial da Saúde (WHO) anunciou a erradicação do Vírus da Varíola Humana (VARV), surtos do VACV em bovinos e humanos vem sendo registrados e descritos em diversas regiões do Brasil. Existem poucas informações sobre os hospedeiros naturais do VACV, todavia em 1963, o VACV foi isolado em um roedor do gênero Oryzomys, que agrupa 36 espécies de hábitos terrestres, que podem eventualmente ter acesso a áreas peridomiciliares. Atualmente no Brasil, diversas espécies de primatas, roedores, carnívoros e marsupiais são avistados em áreas adjacentes a propriedades rurais, incluindo aquelas já acometidas por VACV, entretanto há uma carência de estudos sobre a soroprevalencia de OPV em espécies de mamíferos selvagens brasileiros, e de seus reais impactos a populações ameaçadas de extinção. Desta forma este projeto de pesquisa busca analisar o potencial de roedores selvagens como reservatório do VACV, assim como fatores relacionados à saúde humana, animal e ambiental. (AU)