| Processo: | 08/51034-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2010 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal |
| Pesquisador responsável: | Raphael Lucio Andreatti Filho |
| Beneficiário: | Raphael Lucio Andreatti Filho |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Assunto(s): | Aves Frangos de corte Salmonella typhimurium Lactobacillus Bacteriófago P22 |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aves | Bacteriofago | Fagoterapia | Lactobacillus | Probiotico | Salmonella Typhimurium |
Resumo
O trabalho terá por objetivo analisar a eficiência do tratamento com bacteriófagos e Lactobacillus spp. em frangos de corte inoculados experimentalmente com Salmonella Typhimurium, avaliando a fagoterapia em conjunto com o uso de probiótico, a resposta humoral e celular das aves, monitorando a recuperação das vilosidades intestinais, o índice de ganho de peso e verificando a capacidade de proteção do tratamento contra reinfecção por S. Typhimurium por meio de análises microbiológica, molecular, sorológica e histopatológica. No experimento I serão utilizados 768 pintos de corte com 1 dia de idade, divididos em 8 grupos distintos. No primeiro dia as aves serão desafiadas via oral com S. Typhimurium e após seis horas do desafio receberão tratamento durante sete dias, sendo uma dose do bacteriófago P22 e doses diárias de L. acidophilus, L. fermentum, L. reuteri e L. salivarius. Serão coletados amostras de sangue, soro sanguíneo e órgãos em cinco momentos do experimento e fezes diariamente durante o tratamento para as análises do experimento No experimento II serão utilizados 50 pintos de corte com 1 dia de idade, divididos em dois grupos distintos. Após desafio via oral no primeiro dia com S. Typhimurium e tratamentos semelhantes ao experimento I, as aves receberão novo desafio após 144 horas do início do tratamento. Seis horas após o novo desafio, serão coletados os cecos das aves para análise microbiológica. (AU)
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