| Processo: | 08/51090-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2010 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Nutrição |
| Pesquisador responsável: | Antonio Herbert Lancha Junior |
| Beneficiário: | Antonio Herbert Lancha Junior |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Atrofia muscular Síntese proteica Hipertrofia Glucocorticoides Treinamento de força Leucina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atrofia Muscular | Glicocorticoides | Hipertrofia | Leucina | Sintese Proteica | Treinamento De Forca |
Resumo
A reversão da atrofia da musculatura esquelética constitui uma importante conduta a ser reforçada em diversas condições patológicas capazes de induzi-la, como por exemplo, o tratamento com dexametasona, um glicocorticóide amplamente utilizado na clínica médica. Atualmente, não existe tratamento eficaz e seguro disponível para o tratamento da atrofia. Conseqüentemente, a busca por novas alternativas faz-se necessária. O treinamento de força parece ser uma importante ferramenta no tratamento da atrofia induzida por glicocorticóides, através de sua ação estimulante nos processos de síntese protéica, marcadamente sobre a via mTOR (importante moduladora da hipertrofia na musculatura esquelética). Porém, em estudos realizados em seres humanos, a presença freqüente de comorbidades associadas dificulta a interpretação dos efeitos do treinamento físico de força sobre o uso de glicocorticóides. Diversos investigadores tem apontado o uso da suplementação com aminoácidos de cadeia ramificada, especialmente a leucina, como importante estratégia nutricional a ser utilizada em diferentes modelos atróficos. No entanto, seu uso crônico, como estratégia reabilitadora do estado atrófico induzido por glicocorticóides, ainda não foi testado. Dessa forma, a proposta do presente projeto de pesquisa é a de testar, através de experimentos bem controlados, a eficácia do treinamento físico de força e da suplementação com leucina (em associação ou isoladamente), sobre a recuperação do estado atrófico induzido pela dexametasona. Ainda mais, pretendemos investigar no âmbito molecular, a efetividade dos dois tratamentos. Acreditamos que o delineamento fisiológico e molecular dos dois tratamentos permitirão não só o melhor entendimento do processo, mas também o desenvolvimento de novas estratégias reabilitadoras baseadas em alvos celulares bem definidos. (AU)
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