Busca avançada
Ano de início
Entree

Estudo longitudinal sobre os determinantes de fragilidade em pessoas em velhice avançada: sub-projeto do estudo SABE-Saúde, bem estar e envelhecimento: estudo longitudinal sobre as condições de vida e saúde dos idosos do município de São Paulo

Processo: 08/50470-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2008 - 30 de junho de 2010
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia
Pesquisador responsável:Yeda Aparecida de Oliveira Duarte
Beneficiário:Yeda Aparecida de Oliveira Duarte
Instituição-sede: Escola de Enfermagem (EE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Idosos  Envelhecimento  Qualidade de vida  Fragilidade  São Paulo (SP) 

Resumo

A Organização Pan Americana da Saúde conduziu, em 2000, um estudo multicêntrico sobre saúde e bem-estar de pessoas idosas na América Latina e Caribe incluindo o Brasil-São Paulo. Após seis anos, em SP, esse estudo, antes transversal, foi transformado em longitudinal, do tipo de coortes múltiplas para acompanhamento das transformações que vêm ocorrendo no processo de envelhecimento na área urbana. Entre os idosos, o segmento a partir dos 80 anos é o que mais rapidamente cresce tendo a condição de fragilidade muito presente, com impacto significativos na área de saúde, em âmbito individual ou coletivo. Fragilidade pode ser compreendida como um fenômeno clínico distinto do envelhecimento com potencial para reversibilidade por meio de intervenções adequadas. Pouco se sabe sobre os fatores determinantes dessa condição e seus resultados adversos entre as pessoas idosas em países em desenvolvimento, razão do desenvolvimento desse estudo cujos objetivos são: a) Verificar a prevalência da síndrome de fragilidade (idosos frágeis e em processo de fragilização) em uma amostra de idosos com 75 anos e mais; b) Estudar os fatores determinantes da síndrome nesse grupo; c) Verificar a hierarquização desses fatores e sua força de impacto na instalação da síndrome; d) Analisar o impacto da fragilidade e componentes associados com desfechos clínicos adversos(quedas, hospitalízação, incapacidade, institucionalização, óbito); e) Analisar a relação entre o processo de instalação da síndrome e alterações na qualidade de vida referida desse grupo. Esse é um sub-projeto do Estudo SABE e terá como amostra 683 idosos do Município de São Paulo com 75 anos e mais em 2006 que fizeram parte do estudo, para um seguimento por dois anos, com acompanhamento semestral, das condições de vida e saúde e suas alterações com o transcorrer do tempo. Serão realizadas duas avaliações anuais (uma telefônica e uma visita domiciliar/ano) com instrumentos específicos. Os dados serão analisados comparativamente, estratificados por sexo, de forma a permitir a identificação dos fatores determinantes da síndrome de fragilidade, os desfechos adversos associados à mesma no período do estudo e seu impacto na qualidade de vida dos idosos/familiares. (AU)