| Processo: | 09/18372-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Sâmia Regiane Lourenço Joca |
| Beneficiário: | Sâmia Regiane Lourenço Joca |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Depressão Óxido nítrico Glutamatos Córtex pré-frontal Estresse |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | córtex pré-frontal medial | depressão | estresse | glutamato | Oxido Nitrico | Farmacologia da Depressão |
Resumo
A primeira teoria sobre a neurobiologia da depressão sugeria que a doença se desenvolvia devido a uma deficiência na transmissão monoaminérgica do sistema nervoso central (SNC), uma vez que seu tratamento baseia-se no uso de drogas que facilitam essa transmissão. Contudo, estudos mais recentes apontam o envolvimento de outros neurotransmissores, como o glutamato e o óxido nítrico (NO) na neurobiologia da depressão. O glutamato, ao se ligar no seu receptor NMDA, desencadeia uma cascata de eventos que promove a ativação da óxido nítrico sintase neuronial (nNOS) e, conseqüentemente, a produção de NO. Esse pode, então, atuar sobre diversos alvos e, assim, influenciar a liberação de outros neurotransmissores e diversos processos plásticos no SNC. Dados da literatura mostram que o tratamento crônico com antidepressivos é capaz de sub-regular a expressão de receptores NMDA e que a administração sistêmica de antagonistas desses receptores ou de inibidores da NOS induz efeito tipo-antidepressivo em modelos animais. Dessa forma, níveis elevados de glutamato e de NO no SNC parecem favorecer o desenvolvimento de conseqüências comportamentais do estresse em animais e a depressão em humanos. Porém, permanece pouco compreendido o envolvimento das diferentes regiões encefálicas na mediação de tais efeitos.A exposição ao estresse pode elevar os níveis extracelulares de glutamato e, conseqüentemente, de NO no córtex pré-frontal. Contudo, os estudos destinados a avaliar sua participação na neurobiologia da depressão têm produzido resultados contraditórios, os quais podem estar relacionados ao fato dessa estrutura ser composta por sub-núcleos neuroanatomica e funcionalmente distintos. Assim, pretendemos avaliar o envolvimento do córtex pré-frontal medial, em particular sua porção ventral (CPFMv), constituído pelos sub-núcleos infralímbico (IL) e pré-límbico (PL), na mediação de respostas comportamentais eliciadas pela exposição a modelo animal de depressão. Além disso, o presente projeto tem como objetivo avaliar a participação das neurotransmissões glutamatérgica e nitrérgica presentes no IL e no PL na mediação de respostas comportamentais ao estresse de nado forçado em ratos. (AU)
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