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Análise dos ritmos do metabolismo secundário de espécies da tribo Vernonieae (Asteraceae)

Processo: 08/10945-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2009 - 31 de agosto de 2011
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:João Luis Callegari Lopes
Beneficiário:João Luis Callegari Lopes
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Asteraceae  Produtos naturais  Fitoquímica  Vernonieae 

Resumo

Um dos grandes problemas no uso de fitoterápicos é a variação na concentração de suas substâncias ativas. A literatura tem relatado variações sazonais, circadianas e interpopulacionais para uma série de metabólitos secundários de diferentes classes. Espécies do gênero Lychnophora são endêmicas dos campos rupestres e são empregadas popularmente como antiinflamatórios e analgésicos. Apesar de seu grande uso, ainda não existem dados completos sobre as variações sazonais, circadianas e interpopulacionais no acúmulo de metabólitos secundários para a grande maioria das espécies do gênero. Neste sentido, o presente projeto tem como objetivo identificar os componentes de frações oleaginosas (óleos essenciais e fixos) e de frações de média e alta polaridade de espécies de Lychnophora e de Eremanthus (gênero da mesma tribo e co-habitante dos campos rupestres). Com base nesses perfis pretende-se analisar as variações (ou determinar ausência destas) em populações silvestres dos complexos rupestres de altitude que ocorrem na região de Furnas em Minas Gerais. Pretende-se ainda realizar análises interpopulacionais, e se possível sazonais, do metabolismo secundário de outras espécies do gênero, ocorrentes ao redor do Parque Nacional da Chapada Diamantina (BA), do município de Diamantina (MG) e do Parque Nacional da Serra do Cipó (MG), as quais já têm seus perfis metabólicos traçados por nosso grupo de pesquisas. Finalmente destacamos que o projeto ora proposto conta com a Licença ambiental 02001.002021/2006-89 (processo IBAMA). (AU)

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