| Processo: | 08/57487-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Morfologia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Simone de Pádua Teixeira |
| Beneficiário: | Simone de Pádua Teixeira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 11/13708-6 - Técnicas de desenvolvimento floral em Leguminosae,
BP.TT 10/07803-3 - "Técnicas em Desenvolvimento Floral", BP.TT 09/05976-0 - Técnicas para estudo de desenvolvimento floral, BP.TT |
| Assunto(s): | Ontogenia Leguminosae |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Androceu | Calice | Flor | Leguminosae | Ontogenia | Pluricarpelaridade |
Resumo
Esta proposta pretende elucidar, do ponto de vista morfológico, a origem e os estádios de formação de órgãos florais considerados enigmáticos em grupos taxonômicos dentro de Leguminosae, uma das famílias de angiospermas mais ricas em espécies. Serão abordados grupos com flores pluricarpeladas (Inga, Swartzia), com cálice bilobado (Dipteryx; Pterodon, Taralea), monoclamídeas (Copaifera), e com estames estéreis (Copaifera), condições estas bastante incomuns na família. Para atender os objetivos as seguintes questões foram formuladas: (1) Como se origina o gineceu pluricarpelar em espécies de Inga e Swartzia? Todos os carpelos são funcionais, ou seja, permitem a passagem do tubo polínico e, conseqüentemente, a fertilização e produção de sementes? (2) Como se origina o cálice bilobado em espécies de Dipteryx, Pterodon e Taralea? (3) A condição monoclamídea em Copaifera langsdorffii se deve à supressão de primórdios de pétalas no início do desenvolvimento ou à ausência destes primórdios? (4) A origem e os estádios de desenvolvimento do estame estéril é semelhante aos dos estames férteis em Copaifera langsdorffii? Em qual estádio do desenvolvimento floral é possível identificar o início de sua esterilidade? A metodologia inclui a coleta de botões florais de vários tamanhos e de flores, de pelo menos dois indivíduos por espécie e sua preparação para exame de superfície, histológico e ultra-estrutural, utilizando-se microscopias de campo claro, de epifluorescência, de interferência por contraste diferencial de fase, e eletrônica de varredura e transmissão. Os dados obtidos serão comparados qualitativamente dentro de um grupo de Leguminosae e poderão subsidiar estudos evolutivos e sistemáticos nesta família. (AU)
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