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Utilização do plasma rico em plaquetas autógenas nas falhas ósseas: avaliação da regeneração óssea em estudo experimental com animais

Processo: 09/52797-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2009 - 30 de novembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Claudio Henrique Barbieri
Beneficiário:Claudio Henrique Barbieri
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Ortopedia  Regeneração óssea  Enxerto ósseo  Plasma rico em plaquetas  Desenvolvimento ósseo 

Resumo

O plasma rico em plaquetas tem sido utilizado na prática clínica para estimular a cicatrização óssea numa variedade de situações, sob alegação de que ele carrega uma elevada concentração de fatores de crescimento derivados da plaqueta e ß-transformadores, os quais sabidamente estimulam o crescimento e regeneração de diferentes tecidos. É obtido do sangue autólogo centrifugado e a sua separação ocorre por gradiente de densidade. É utilizado em cirurgias odontológicas, isoladamente ou combinado com enxertos ósseos de várias origens, para a reparação de pequenas cavidades. Apesar de relatos isolados, não é empregado rotineiramente na reparação de defeitos segmentares ou grandes cavidades nos ossos longos. Estudo anterior do nosso grupo mostrou que o PRP tem potencial para estimular o reparo de defeitos ósseos diafisários. Neste estudo, propomos avançar na investigação das propriedades de osteogênese/osteo-indução do PRP em um modelo de falha parcial de meio diâmetro e de dois centímetros de comprimento, produzida na ulna direita de coelhos adultos, preenchida com o PRp ou com espuma de colágeno purificado (Gelfoam®). Serão operados quatro grupos de 10 animais cada, a saber: 1) Defeito + Gelfoam; animais mortos com duas semanas; 2) Defeito + PRP; animais mortos com duas semanas; 3) Defeto + Gelfoam; animais mortos com 12 semanas; 4) Defeitos + PRP; animais mortos com 12 semanas. A ulna operada dos animais dos grupos 1 e 2 serão preparadas para o estudo imuno-histoquímico para detectar fatores de crescimento ósseo (NCL-COX2 e NCL-BMP4) e vascular (VEGF). Os animais dos grupos 3 e 4 serão seguidos durante três meses e submetidos a radiografias convencionais e cintilografia óssea comparativas com 4, 8 e 12 semanas da operação, para analisar a cicatrização e a atividade metabólica ósseas no defeito, respectivamente. Depois dos últimos exames, os animais serão sacrificados e a ulna ressecada para exames histológicos. Os resultados serão submetidos a análise estatística. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
ALESSANDRO QUEIROZ DE MESQUITA; GIULIANO BARBIERI; CLAUDIO HENRIQUE BARBIERI. Correlation between ultrasound velocity and densitometry in fresh and demineralized cortical bone. Clinics, v. 71, n. 11, p. 657-663, Nov. 2016. Citações Web of Science: 1.

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