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Efeitos da suplementacao de acido folico na hiperhomocisteina de pacientes renais cronicos e a influencia da suplementacao nas concentracoes de ldl-c, hdl-c, colesterol total, albumina e proteina..

Resumo

A Insuficiência Renal Crônica (IRC) é caracterizada pela perda lenta, progressiva e irreversível da função renal (glomerular, tubular e endócrina). Doenças como Diabetes Mellitus, Hipertensão Arterial Sistêmica, Glomerulonefrite, Pielonefrite Crônica e Rins Policísticos são as principais causa da IRC. A hiperhomocisteinemia, níveis superiores a 15 mmol / litro, é fator de risco isolado para aterosclerose. Assim, na IRC os riscos de aterosclerose também são altos, pois, a homocisteína (Hcy) inibe elementos da cascata anti-coagulante e esta associada à lesão endotelial. Segundo alguns autores, pacientes com IRC apresentam níveis elevados de homocisteína plasmática, incluindo os que estão na fase inicial da doença. A importância de se investigar a homocisteína é a sua toxicidade ao endotélio, podendo causar trombos e/ou aterosclerose. O folato é um nutriente essencial na via metabólica de remetilação da Hcy, para a formação da metionina. Por isso, a deficiência de folato leva ao aumento das concentrações de Hcy. A suplementação de ácido fálico reduz os riscos de doenças vasculares por redução da Hcy. O objetivo geral do trabalho será verificar os efeitos da suplementação de Ácido Fálico nas concentrações de homocisteína plasmática em pacientes nos diferentes estágios de IRC e em pacientes com Uremia e a relação dessas concentrações de homocisteína com a Albumina, o Perfil Lipídico e Proteína C Reativa (PCR). Participarão do estudo 60 pacientes portadores de IRC em diálise (hemodiallise e CAPD) e pacientes Uremicos, de ambos os sexos com idades entre 20 e 59 anos, atendidos pelo Ambulatório do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina USP de Ribeirão Preto. Os pacientes irão receber suplementação de Ácido Fólico por 12 meses e serão reavaliadas as concentrações de Hcy, Albumina, Perfil Lipídico e PCR a cada 6 meses. No caso dos pacientes uremicos que evoluírem para o tratamento dialítico, estes terão os valores de Hcy comparados para a verificação de possíveis diferença nas concentrações Hcy a medida que o paciente perde a função renal. (AU)

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