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Avaliação do polimorfismo do gene ERCC1 e imunolocalização de sua proteína no carcinoma espinocelular de cabeça e pescoço. Correlação com parâmetros clínicos, resposta à radioterapia, efeitos colaterais e sobrevida

Processo: 08/02802-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de junho de 2009 - 31 de maio de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Radiologia Médica
Pesquisador responsável:Heloisa de Andrade Carvalho
Beneficiário:Heloisa de Andrade Carvalho
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Radioterapia  Neoplasias de cabeça e pescoço  Carcinoma de células escamosas  Polimorfismo genético  Sobrevida 

Resumo

O câncer de cabeça e pescoço abrange um grupo heterogêneo de neoplasias malignas. O carcinoma espinocelular representa mais de 90% das malignidades encontradas nessa região anatômica e é um dos principais problemas de saúde pública em muitas partes do mundo, em especial no Brasil. O gene ERCC1 foi o primeiro gene clonado que age especificamente nas vias de reparo por excisão de nucleotídeos. A proteína ERCC1 apresenta o papel de uma enzima endonuclease, que reconhece o DNA modificado, o incisa desse segmento e permite a reparação. Os objetivos deste estudo consistem em avaliar se a imunolocalização da proteína ERCC1 em amostras de carcinoma espinocelular de cabeça e pescoço (CECP) e o polimorfismo do gene ERCC1 podem representar algum valor preditivo sobre a resposta ao tratamento radioterápico pós-cirúrgico, o comportamento clínico-biológico das lesões e a sobrevida dos pacientes portadores da doença. Serão estudados retrospectivamente os pacientes portadores de CECP atendidos na cidade de Montes Claros - Minas Gerais, tanto na rede pública, quanto na rede privada, nos serviços de Oncologia Clínica, Radioterapia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço no período de Janeiro de 1996 a Abril de 2007. Pacientes submetidos à cirurgia por tumores de cabeça e pescoço, seguida de radioterapia, e com no mínimo três anos de seguimento, serão objeto do estudo. As análises histopatológicas serão analisadas no Laboratório de Patologia Bucal do Hospital Universitário Clemente de Farias da Universidade Estadual de Montes Claros - Unimontes. Os resultados laboratoriais, clínicos e epidemiológicos serão submetifos a tratamentos estatísticos específicos e correlacionados. (AU)