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Dose de tolerância da bexiga em braquiterapia intracavitária no tratamento de tumores do colo de útero usando radiografias: efeitos tardios, dose na parede vesical posterior e polimorfismos de p53, ATM e Mdm2

Processo: 08/02086-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de janeiro de 2009 - 31 de dezembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Heloisa de Andrade Carvalho
Beneficiário:Heloisa de Andrade Carvalho
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Radioterapia  Braquiterapia  Polimorfismo genético  Neoplasias do colo uterino  Radiossensibilidade 

Resumo

A bexiga urinária é um dos órgãos de risco afetados pela irradiação de pacientes com tumores do colo uterino, em especial durante a braquiterapia. A dose administrada na bexiga durante a braquiterapia é calculada em apenas um ponto de referência, como recomendado pela ICRU 38, que subestima a dose máxima recebida na parede vesical posterior. A braquiterapia baseada em tomografia computadorizada ou ressonância magnética tem sido estudada na tentativa de melhor avaliar as relações dose/volume nos órgãos de risco. Entretanto, esses exames de imagem mais sofisticados, não são disponíveis principalmente nos países em desenvolvimento, onde o câncer do colo uterino é mais prevalente. Este estudo pretende validar um modelo de cálculo de dose na bexiga durante a braquiterapia, já desenvolvido anteriormente pelos autores. Um grupo de 50 pacientes tratadas com radioterapia por câncer do colo uterino, com pelo menos 6 meses de evolução, será estudado. Os efeitos tardios na parede vesical serão avaliados por cistoscopia. Além disso, uma predisposição genética individual relacionada à maior radiossensibilidade também será avaliada, pelo estudo da associação dos efeitos tardios com polimorfismos do p53, ATM e MDM2. (AU)