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Correlação de marcadores imunohistoquímicos na sobrevivência de pacientes com adenocarcinoma da ampola de Vater tratados com intenção curativa

Processo: 07/04735-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de janeiro de 2008 - 31 de dezembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:José Jukemura
Beneficiário:José Jukemura
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Procedimentos cirúrgicos do sistema digestório  Neoplasias epiteliais e glandulares  Adenocarcinoma papilar  Ampola hepatopancreática  Pancreaticoduodenectomia 

Resumo

As neoplasias da ampola de Vater são pouco frequentes e apresentam uma taxa de ressecabilidade maior que dos demais adenocarcinomas periampulares (pâncreas, duodeno e colédoco). Entretanto, tumores com mesmo estadio e com fatores prognósticos similares nem sempre evoluem de forma semelhante após a cirurgia, havendo doentes com longa sobrevida e outros com recidiva precoce da doença, o que sugere a necessidade de marcadores prognósticos adicionais. A patogênese molecular das neoplasias ampulares ainda não está bem esclarecida. Várias alterações cromossômicas já foram demonstradas nestes tumores, como mutações dos genes K-ras, APC e p53, perdas cromossômicas nos genes 17p e 18q e a ocorrência de instabilidade de microssatélites. Entretanto, os resultados dos diversos estudos são muito heterogênios e conflitantes, uma vez que os adenocarcinomas da ampola de Vater podem originar-se a partir do epitélio simples mucinoso biliopancreático ou do epitélio intestinal da papila duodenal. Utilizando-se marcadores imunohistoquímicos podemos realizar uma diferenciação mais precisa entre esses tipos. O presente estudo visa encontrar marcadores prognósticos adicionais ao estadiamento dos pacientes operados por neoplasias ampulares através de exames imunohistoquímicos e expressão gênica de alterações cromossômicas. (AU)