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Doença de Parkinson e modelos animais de neuroproteção

Processo: 09/52869-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2009 - 30 de novembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Luiz Roberto Giorgetti de Britto
Beneficiário:Luiz Roberto Giorgetti de Britto
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças neurodegenerativas  Doença de Parkinson  Comunicação celular  Endocanabinoides  Fármacos neuroprotetores  Exercício físico 

Resumo

As doenças neurodegenerativas representam um dos grandes desafios da neurociência atual. A Doença de Parkinson, por exemplo, acomete milhões de indivíduos no mundo todo, sendo que o número de doentes deve duplicar ao longo dos próximos 20 anos. Assim, é natural que a Doença de Parkinson seja alvo de intensas pesquisas no sentido de se compreender a sua etiologia e desenvolver possíveis estratégias de tratamento. O objetivo geral desse projeto é avaliar dois possíveis processos de neuroproteção em um modelo animal de Parkinson, especificamente o exercício físico e o uso de agentes canabinóides. Ratos Wistar receberão injeção de 6-hidroxi-dopamina intraestriatal, serão avaliados do ponto de vista comportamental e neuroquímico para confirmação da instalação da neuropatologia, e serão submetidos a protocolos de exercício físico e injeção de agentes que atuam no sistema endocanabinóide para avaliação dos efeitos desses procedimentos sobre os processos neurodegenerativos produzidos pelas injeções. O comportamento será avaliado pelos testes clássicos de rotação e de campo aberto, e os métodos para avaliar o impacto da lesão e dos tratamentos sobre o sistema nervoso incluirão técnicas de histoquímica (Fluoro-Jade, TÚNEL, dihidroetidina) e imuno-histoquímica / immunoblotting (para tirosina hidroxilase, receptores canabinóides, enzimas de síntese de óxido nítrico, marcadores gliais, caspases, cinases ERK e AKT, fatores neurotróficos e enzimas produtoras de espécies reativas de oxigênio). Espera-se com este projeto ampliar o conhecimento dos efeitos do exercício físico e o impacto do sistema endocanabinóide sobre os processos neurodegenerativos envolvidos na Doença de Parkinson, como contribuição para o futuro desenvolvimento de estratégias que visem minimizar a perda neuronal naquela condição. (AU)