| Processo: | 09/52729-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Urbano Ferreira |
| Beneficiário: | Marcelo Urbano Ferreira |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 10/00504-0 - Determinantes e consequências das infecções assintomáticas por plasmódios: estudos de base populacional na Amazônia rural brasileira,
BP.TT 10/00527-0 - Determinantes e conseqüências das infecções assintomáticas por plasmódios: estudos de base populacional na Amazônia rural brasileira, BP.TT |
| Assunto(s): | Infecções por protozoários Malária Amazônia Fatores de risco Estudos de coortes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amazonia | Epidemiologia | Estudos De Coorte | Fatores De Risco | Malaria |
Resumo
A malária é uma das principais endemias parasitárias brasileiras, com 460.000 casos clínicos notificados na Amazônia brasileira em 2007. O interesse crescente em compreender a epídemiologia da malária no Brasil, fornecendo subsídios para seu controle, decorre principalmente de sua elevada morbidade em populações expostas continuamente ao risco de infecção, mas a ocorrência de infecções subclínicas por plasmódios na Amazônia brasileira é outro alvo importante de investigação. Este projeto visa a investigar a epídemiologia das infecções assintomáticas por plasmódios em dois contextos distintos da Amazônia rural brasileira: populações ribeirinhas tradicionais e assentamentos agrícolas. Objetiva (a) estimar a prevalência de infecção assintomática por plasmódio e caracterizar fatores de risco para o desenvolvimento de sintomas na vigência de infecção malárica, (b) estimar a prevalência e fatores de risco para a presença de gametócitos em infecções sintomáticas e assintomáticas, (c) estimar o risco de infecção sintomática subsequente, entre portadores de parasitemia assintomática e indivíduos não infectados; (d) determinar, com base em genotipagem dos parasites, se episódios subseqüentes de malária sintomática se devem à persistência de linhagens parasitárias originalmente encontradas no portador assintomático e (e) comparar os níveis de diversidade genética dos parasitos em infecções sintomáticas e assintomáticas. (AU)
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