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Ocorrência de filarioses caninas e prevalência sazonal de Dirofilaria immitis (Leidy, 1856), em seus vetores no município de Porto Velho, Rondônia, Brasil

Processo: 08/10813-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2009 - 30 de junho de 2011
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Luís Marcelo Aranha Camargo
Beneficiário:Luís Marcelo Aranha Camargo
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Dirofilaria immitis  Ivermectina  Diptera  Insetos hematófagos  Antígenos  Porto Velho (RO) 

Resumo

A filariose canina é uma parasitose de distribuição mundial cujo os agentes etiológicos são vermes nemátodas filarióides. Em sua fase adulta, os vermes produzem microfilárias por meio de reprodução sexuada. Sua transmissão ocorre por meio de mosquitos que atuam como hospedeiros intermediários. A espécie D. immitis é a mais estudada devido a sua distribuição cosmopolita e por eventualmente parasitar o homem. Existem diversos métodos de diagnóstico de filariose canina, os mais utilizados são a gota espessa e o método de Knott. A ivermectina, na dose de 6 mcg/kg, é a droga mais utilizada no tratamento e profilaxia. As filárias caninas possuem ciclo heteroxeno. Os hospedeiros intermediários são dípteros hematófagos de mais de 70 espécies, embora apenas uma dúzia possa agir efetivamente como vetor. O Brasil, principalmente a região amazônica, possui todas as características necessárias para ocorrer a transmissão de filarioses caninas. Além do clima favorecer o desenvolvimento biológico dos vetores, o desmatamento e a falta de saneamento básico contribuem para a manutenção de uma elevada população de vetores no meio urbano. Para a medida de prevalência, as coletas de sangue serão feitas nos domicílios e em cães submetidos a exames ou procedimentos cirúrgicos em clínicas veterinárias dos bairros Nacional, Cai N´Água, Baixa da União e Candelária da cidade de Porto Velho. As prevalências serão verificadas através do exame de microfilárias no sangue do hospedeiro e pela presença de antígenos circulantes. Será feita coleta de 2-3ml de sangue da veia cefálica com o auxílio de uma seringa. A prevalência será calculada pelo número de indivíduos positivos x 100 dividido pelo número total de indivíduos examinados. Para cálculo de infecção natural serão coletados mosquitos, no intra e peri-domicílio, por xenomonitoramento através de aparelho de sucção e por armadilhas CDC. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
OGAWA, GUILHERME MAERSCHNER; DA CRUZ, EDSON NEVES; ARAUJO CUNHA, PRISCILA NAYARA; ARANHA CAMARGO, LUIS MARCELO. Canine heartworm disease in Porto Velho: first record, distribution map and occurrence of positive mosquitoes. Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, v. 22, n. 4, p. 559-564, OCT-DEC 2013. Citações Web of Science: 2.

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