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Influência de microRNAs na proliferação e oncogênese da tiroide

Processo: 08/58232-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2009 - 31 de maio de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Edna Teruko Kimura
Beneficiário:Edna Teruko Kimura
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):10/04473-2 - Influência de microRNAs na proliferação e oncogênese da tiroide - cultura de linhagem de câncer: análise da proliferação e de expressão proteica, BP.TT
09/06783-1 - Influência de microRNAs na proliferação e oncogênese da tiroide - análise da expressão de proteínas moduladas pelo microRNA, BP.TT
Assunto(s):MicroRNAs  Glândula tireoide  Bócio  Neoplasias da glândula tireoide 

Resumo

Alterações na expressão de uma nova classe de RNAs não codificadores de proteínas, os microRNAs, têm sido relacionadas a diversas patologias, incluindo o câncer. Os microRNAs (miRNA) maduros tem aproximadamente 19 a 25 nucleotídeos, e atuam como repressores da síntese protéica de genes alvos por pareamento imperfeito com a região 3'UTR de múltiplos mRNAs. Diversas alterações genéticas já foram descritas no câncer de tiróide, tais como rearranjo cromossômico RET/PTC, mutação no gene BRAF que estão alinhados na via de sinalização MAPK; e além disso, o nosso laboratório tem trabalhado com grande interesse no entendimento do papel da via de sinalização de TGF-(3, que estão envolvidas no controle da proliferação e progressão tumoral da célula folicular tiroidiana. Análises da expressão gênica em larga escala mostram a desregulação de miRNAs em tumores, incluindo o carcinoma papilífero. No entanto, o papel de miRNAs na modulação de vias de sinalização na célula folicular tiroideana ainda é pouco conhecido. Neste projeto, visamos avaliar o papel de miRNAs, dentre eles miR-21, miR-146b, let-7 e o cluster miR17-92, principalmente na modulação da via de TGF-(3 e MAPK, e sua potencial influência na tumorigênese da tiróide. Utilizaremos modelo in vivo, observando a expressão de diferentes microRNA em bócios farmacológics por RT-PCR quantitativo e/ou Northern blotting e, in vitro, através de estabelecimento de linhagem célula folicular tiroidiana normal e/ou de carcinoma de tiróide com superexpressão e/ou expressão condicional de microRNA induzida por doxaciclina, para avaliar a sua influência na proliferação/apoptose e na expressão de proteínas das vias de sinalização MAPK e TGF-ß. O entendimento da participação de microRNA poderá trazer informações úteis no delineamento de novas abordagens terapêuticas nas neoplasias da tiróide. (AU)