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Menopausa e deidroepiandrosterona (DHEA): efeitos sobre a resistência periférica a insulina e função vascular

Processo: 08/55231-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2008 - 30 de novembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Carla Roberta de Oliveira Carvalho
Beneficiário:Carla Roberta de Oliveira Carvalho
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Menopausa  Resistência à insulina  Reatividade cardiovascular 

Resumo

A menopausa seja fisiológica ou cirúrgica, tanto em humanos quanto em modelos experimentais, aumenta o risco de hipertensão arterial e disfunção vascular, devido em parte, pela perda do efeito protetor dos estrógenos. A prevalência de hipertensão em mulheres após a menopausa é maior do que nos homens da mesma idade, enquanto no período pré-menopausa é menor. Além disso, a menopausa também está associada à elevação da massa corporal e à prevalência de obesidade, situação que é relacionada a resistência à insulina e esta por sua vez com condições como o diabetes tipo 2 e o envelhecimento. O DHEA é um hormônio esteróide, e sua queda durante o envelhecimento tem sido relacionada a obesidade e resistência à insulina. A utilização de DHEA como suplemento alimentar, tanto em humanos quanto em modelos experimentais, foi relacionada à redução da obesidade, resistência à insulina e risco de doenças cardiovasculares. Assim, o objetivo desse trabalho é avaliar o efeito do DHEA em ratas ovariectomizadas sobre a resistência à insulina, sinalização da insulina em músculo esquelético e aorta, função vascular em aorta e expressão gênica e protéica de GLUT-4 no músculo esquelético e TNF-a, NF?B, eNOS, nNOS, SOD, Cu/Zn, ATI, AT2 e NADPH oxidase (preferencialmente as subunidades gp91phox e p22phox) em aorta. (AU)