| Processo: | 07/55631-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2010 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Wothan Tavares de Lima |
| Beneficiário: | Wothan Tavares de Lima |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Progesterona Asma Citocinas Estrógenos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Asma | Camundongos | Citocinas | Estrogeno | Inflamacao Pulmonar | Progesterona |
Resumo
Estudos revelam que tanto mulheres na fase pré-menstrual do ciclo sexual como aquelas na pós-menopausa, que estejam sob terapia de reposição hormonal, desenvolvem piora dos sintomas da asma. Dados obtidos em nosso laboratório revelaram que a magnitude da inflamação alérgica pulmonar é regulada pelo estradiol e progesterona. Nossos estudos indicam que o recrutamento pulmonar de fagócitos (neutrófilos e eosinófilos), a sua atividade funcional (geração de citocinas) e a expressão de moléculas de adesão pulmonar (ICAM-1, Mac-1, L-selectina e E-selectina) decorrentes da indução da inflamação alérgica pulmonar estão diminuídos quando a sensibilização primária com o antígeno (ovoalbumina) é conduzida em ratas submetidas previamente (7 dias) à remoção dos ovários (OVx-7). Em contraste, quando a sensibilização é realizada em ratas após 1 dia de OVx, (OVx-1), observa-se exacerbação daqueles parâmetros. De forma geral nossos dados apontam para um efeito pró-inflamatório do estradiol e anti-inflamatório da progesterona. A hipótese que se lança é a de que os hormônios sexuais femininos participem dos mecanismos acionados pelo organismo no controle da inflamação. A presente proposta se insere na visão de que mecanismos endógenos regulados pelos hormônios sexuais femininos, sinalizem a indução/inibição da expressão genética de mediadores (pró e antinflamatórios) na asma. Para tanto, estabelecemos uma colaboração com o laboratório de imunogenética do I. Butantan, que fornecerá os animais geneticamente selecionados para a máxima e a mínima resposta inflamatória (AIRmax e AIRmin), ovariectomizados e submetidos a inflamação alérgica pulmonar. Os dados obtidos neste estudo poderão contribuir para a compreensão dos mecanismos moleculares subjacentes à piora da asma pré-menstrual e em mulheres na pós-menopausa. (AU)
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