Busca avançada
Ano de início
Entree

Estudo das populações de Linfócitos B envolvidos na ativação policlonal e na geração de imunidade de curta e longa duração em camundongos infectados com Plasmodium Chabaudi

Processo: 08/50655-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de junho de 2008 - 31 de maio de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia
Pesquisador responsável:Maria Regina D'Império Lima
Beneficiário:Maria Regina D'Império Lima
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Malária  Linfócitos  Plasmodium chabaudi  Anticorpos  Imunidade 

Resumo

Estima-se que a malária seja responsável por 1 milhão de mortes anuais. O sistema imune exerce uma contribuição fundamental na proteção contra a infecção pelo plasmódio, o agente causador da malária. Entre os mecanismos envolvidos no controle dos parasitas do sangue destaca-se a produção de anticorpos específicos pelos linfócitos B. Os linfócitos T CD4+ desempenham um duplo papel na proteção contra a infecção atuando como a principal fonte de IFN-gama e como células auxiliares na ativação dos linfócitos B. Assim, este projeto tem como objetivo central dar prosseguimento a estudos que vêm sendo realizados em nosso laboratório enfocando a resposta aguda (ativação policlonal) e tardia (resposta imune específica) dos linfócitos B, durante a infecção pelo Plasmodium chabaudi. O projeto subdivide-se em oito partes que abordam objetivos específicos visando avaliar, nesse modelo murino de malária: 1) As alterações nas populações de linfócitos B na medula óssea (e seus precursores) e no timo. 2) O fenótipo dos linfócitos B1a e B foliculares (FO) e da zona marginal (MZ) esplênicos ativados pelo P. chabaudi. 3) As células e moléculas envolvidas no processo de ativação dos linfócitos B1a e B FO e MZ esplênicos induzida pelo parasita. 4) A contribuição dos linfócitos B FO e MZ esplênicos na ativação policlonal e na resposta imune especifica. 5) A contribuição dos linfócitos B1 peritoneais na ativação policlonal e na resposta imune específica. 6) A capacidade de apresentação de antígenos do parasita por linfócitos B FO e MZ (e eventualmente por linfócitos B1). 7) O envolvimento dos linfócitos T CD4+ na perpetuação de linfócitos B de memória e plasmócitos de longa duração e na resposta humoral secundária em tempos tardios após a infecção. 8) A participação de linfócitos T reguladores no controle do processo de ativação dos linfócitos B. Os resultados pretendidos nesse projeto deverão contribuir para a compreensão da doença. (AU)