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Desenvolvimento de modelos matemáticos envolvendo níveis nutricionais, desempenho e rendimento de carcaça para otimização de resultados econômicos de frangos de corte

Resumo

Serão elaborados modelos matemáticos, a partir de dados da literatura, para predizer o desempenho de frangos de corte em função da energia metabolizável da ração, temperatura ambiente, idade e sexo dos animais. Serão utilizadas as técnicas de revisão sistemática da literatura para localização de trabalhos e com os dados coletados serão ajustados modelos de superfície de resposta. Com as equações elaboradas será desenvolvido um programa no Microsoft Excel®, com auxílio do otimizador Solver®, para definir qual o nível de energia metabolizável que otimiza o lucro em função da temperatura de criação, sexo, idade de abate e variáveis de preços do frango e da ração no mercado. Após a elaboração dos modelos, serão conduzidos experimentos com frangos de corte com os objetivos (i) validar as equações desenvolvidas no estudo anterior, (ii) desenvolver modelos não lineares que estabeleçam a melhor relação custo-benefício, considerando os níveis nutricionais e as características de carcaça. Serão desenvolvidos quatro experimentos subseqüentes (dois utilizando animais machos e dois fêmeas), com 1080 pintos cada, da linhagem Cobb-500, de 1 a 49 dias de idade, distribuídos em delineamento inteiramente casualizado com seis tratamentos e seis repetições de 30 aves cada. Os tratamentos dos dois primeiros experimentos compreenderão seis níveis de energia metabolizável (2800; 2900; 3000; 3100; 3200 e 3300 kcal/kg), sendo os demais componentes das rações formulados, a partir destes níveis energéticos, segundo Rostagno et al. (2005). Os outros dois experimentos terão como tratamentos seis programas nutricionais, com níveis nutricionais de 2 e 4% abaixo e de 2, 4 e 6% acima do Programa Convencional (de acordo com Rostagno et al. (2005)), divididos em quatro fases de alimentação. Serão avaliadas as características de desempenho, índice de eficiência produtiva, viabilidade criatória e rendimento de carcaça aos 35, 42 e 49 dias de idade. Após a elaboração dos modelos será realizada a análise econômica. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: