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Aumento de maxilas atróficas com enxertos alógenos para a reabilitação com implantes: estudo tomográfico, histométrico e imunoistoquímico comparativo com osso autógeno

Processo: 07/05754-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de janeiro de 2008 - 31 de dezembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Luiz Antonio Salata
Beneficiário:Luiz Antonio Salata
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Próteses e implantes  Implantes dentários de titânio  Transplante autólogo  Ósseointegração 

Resumo

A reconstrução de maxilas atróficas ainda representa um desafio dentro da odontologia. Após a perda dos dentes, a reabsorção do processo alveolar é contínua e progressiva, podendo chegar a um grau severo de atrofia. Nesses casos se impõe a necessidade da reconstrução do rebordo alveolar, especialmente com o uso de enxertos autógeno, alógeno, xenógeno e aloplástico. O presente trabalho tem o objetivo de realizar um estudo tomográfico, histométrico e imunoistoquímico comparativo entre o uso de enxerto autógeno e alógeno na reconstrução em espessura de rebordos maxilares edêntulos. Para tal, serão selecionados 20 pacientes com defeitos em espessura de maxila, que exigem a reconstrução com enxertos em bloco do tipo "onlay", sendo osso autógeno em um lado e osso alógeno no outro lado. Os pacientes serão controlados através de tomografia computadorizada nos momentos pré-operatório, pós-operatório imediato à cirurgia de enxerto e pós-operatório de 6 meses, logo após a instalação dos implantes. Os sitios enxertados serão biopsiados com trefina nos dois momentos cirúrgicos. Nos especimes removidos serão realizadas a análise histométrica e imunoistoquímica com anticorpos anti RANK, RANK-L e Osteoprotegerina, estes últimos com o objetivo de estudar as variações moleculares referentes à reabsorção óssea nos enxertos. Os dados numéricos obtidos serão tratados estatisticamente com ANOVA para observação da diferença de reabsorção de cada tipo de enxerto, realizando uma análise comparativa. Todos os pacientes terão sua reabilitação completa com próteses após 6 meses da cirurgia de instalação dos implantes. (AU)