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Caracterização genética de exemplares da espécie nasua nasua (procyonidae-mammalia:carnivora) mantidos em cativeiro

Processo: 07/53268-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2008 - 30 de abril de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Animal
Pesquisador responsável:Lígia Souza Lima Silveira da Mota
Beneficiário:Lígia Souza Lima Silveira da Mota
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Técnica de amplificação ao acaso de DNA polimórfico  Cariótipo  Variação genética 

Resumo

A espécie de quati Nasua nasua, caracterizada por sua coloração vermelho-escura, encontra-se amplamente distribuída por todo o continente americano. Além disso, grupos de animais desta espécie são comumente encontrados em zoológicos/parques ecológicos de todo Brasil, especialmente no sul e sudeste, regiões em que a espécie é típica. Apesar de sua extensa distribuição, algumas populações já são consideradas ameaçadas devido à ação antrópica, especialmente relacionada à destruição de seus habitats. Apesar da potencial ameaça, os estudos nesta espécie ainda são extremamente escassos, especialmente relacionados a análises genéticas, as quais seriam extremamente importantes não somente para a caracterização geral da espécie como também para definir estratégias adequadas para sua melhor preservação. Desta forma, o presente projeto tem por objetivos a caracterização do conjunto diplóide por meio de técnicas de bandamentos cromossômicos G, C e Ag-Nor, a identificação de marcadores cromossômicos por meio da técnica de FISH (Fluorescent in situ Hybridzation) empregando sondas DNAr 5S e DNAr 18S e a identificação dos níveis de diversidade genética pela aplicação da metodologia de RAPD (Random Amplified Polymorphic DNA) com a utilização de diversos oligonucleotídeos decâmeros como primers únicos em PCR (Polymerase Chain Reaction) em dois grupos de quatis mantidos em cativeiro no Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros (Sorocaba, SP) e Parque Zoobotânico de Carajás (Paraupebas, Pa). Os resultados configurarão dados inéditos e poderão fornecer subsídios para o aprimoramento de programas sustentáveis de manejo e conservação biológica de Nasua nasua. (AU)