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A espironolactona na há refratária: importância dos polimorfismos dos genes da aldosterona-sintase e do MDR-1 na determinação do padrão hemodinâmico e remodelamento cardiovascular

Processo: 08/55414-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2009 - 31 de agosto de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Heitor Moreno Junior
Beneficiário:Heitor Moreno Junior
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Endotélio  Hipertensão 

Resumo

A Hipertensão Arterial Refratária (HAR) acomete de 18 a 22% dos pacientes hipertensos, sendo cada vez mais prevalente nas sociedades ocidentais. No entanto, desconhece-se a sua fisiopatologia e fisiopatogênese. Expansão do volume intracelular, hiperatividade simpática e do S. Renina-Angiotensina-Aldosterona, a disfunção endotelial estão possivelmente relacionados a HAR. Também, substratos genéticos relacionados à sensibilidade ao sódio devem influenciar na manutenção de níveis elevados de PA. Crescem as evidências de que o hiperaldosteronismo primário seja a causa ou conseqüência dessa refratariedade. Este projeto estudará 80 pacientes com HAR, após descartadas a falta de adesão e HA secundária. Serão estudados os poíimorfismos genéticos do gene da Aldosterona-sintase e do gene do MDR-1, ambos relacionados à excreção e ação do sódio em humanos. Simultaneamente, estes pacientes serão tratados com Inibidores da Enzima Conversora (IECA), Antagonistas de Receptor de angíotensina (ARA2) e Antagonista de Aldosterona (Espironolactona). Serão realizados estudos para investigação da função endotelial (Vasodilatação Mediada pelo Fluxo), do remodelamento cardiovascular (Espessura íntima - Média e Ecocardiografia) e do perfil hemodinâmico (Sistema não invasivo Finometer). Estas avaliações ocorreram pré e pós- introdução da Espironolactona, durante o período mínimo de 01 ano com este fármaco. A previsão é que o estudo dure 02 anos, ao final do qual será realizada a correlação dos achados morfo-funcionais pré- e pós- Espironolactona com os poíimorfismos do gene MDR-1 e Aldosterona-sintase. Além de seus resultados, a expectativa é de que o estudo auxilie diretamente na formação científica de 03 alunos de Doutorado, 03 alunos de Mestrado e 04 alnunos de Iniciação Científica, além de 01 PD. Colaborações: FAMERP (SP), INCOR-USP, UFRG (Porto Alegre) e Univ. de Barcelona (Espanha). (AU)