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Reuso de efluente sanitário tratado e condicionado para irrigação de roseiras

Processo: 07/55590-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2008 - 31 de agosto de 2010
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Saneamento Ambiental
Pesquisador responsável:Bruno Coraucci Filho
Beneficiário:Bruno Coraucci Filho
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Reúso da água  Água de esgoto  Água para irrigação  Filtros (tratamento de água)  Flores de corte 

Resumo

O reúso de efluente sanitário tratado pode desempenhar um papel essencial no planejamento e na gestão sustentável dos recursos hídricos como uma fonte substituta para o uso de águas nobres destinadas a irrigação e outros fins. A água reciclada oriunda de tratamento de esgotos domésticos pode ser usada para fins não potáveis como agricultura, jardinagem, parques públicos, irrigação de campos de golfe e recarga de lençol. O reúso de efluente sanitário tratado, além de reduzir os impactos ambientais aos corpos d'água e ao solo, possui atrativos do ponto de vista agronômico, pois é uma forma de reciclagem de nutrientes e de água. Os principais objetivos deste estudo são fornecer subsídios o pós-tratamento de efluente e o reúso em sistemas de produção de flores, irrigação de parques e jardins. Neste sentido, a cultura escolhida foi a roseira, que é considerada uma das plantas ornamentais mais sensíveis ao estresse ambiental e será observada como planta-teste quando submetida à irrigação com efluente sanitário tratado e condicionado. O experimento utilizará Rosa sp., variedade Ambiance e porta-enxerto Natal-Bryan. O plantio será feito em ambiente protegido (estufa) no Campus da Unicamp, em Campinas-SP. O efluente utilizado na irrigação será proveniente de um filtro anaeróbio com recheio de bambu associado a um filtro de areia e reator de desnitrificação. O delineamento experimental será inteiramente casualizado, contendo 4 repetições e 6 tratamentos, totalizando 24 parcelas sendo: i)água limpa sem fertilização; ii)efluente sem fertilização; iii) efluente polido(condicionado) sem fertilização; iv)adubação convencional + água limpa; v) adubação convencional + efluente; vi) adubação convencional + efluente polido(condicionado). O sistema de irrigação a ser utilizado será o de gotejamento, adotando-se o manejo de irrigação com auxílio de tensiômetros. (AU)