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Avaliação dos mecanismos protetores da oxigenação hiperbárica (HBO) na malária cerebral experimental e na citoaderência parasitária

Processo: 09/08728-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2009 - 30 de setembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Fabio Trindade Maranhão Costa
Beneficiário:Fabio Trindade Maranhão Costa
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):10/18828-7 - Avaliação dos mecanismos protetores da oxigenação hiperbárica (HBO) na malária cerebral experimental e na citoaderência parasitária, BP.TT
09/15581-3 - Avaliação dos mecanismos protetores da oxigenação hiperbárica (HBO) na malária cerebral experimental e na citoaderência parasitária, BP.TT
Assunto(s):Malária  Malária cerebral  Plasmodium berghei  Oxigenação hiperbárica 

Resumo

Malária é sem dúvida a doença parasitária mais importante do mundo infectando anualmente 300-500 milhões de indivíduos. Apesar da maioria dos casos não acarretarem morte, 1-3 milhões de infecções evoluem para as formas complicadas da doença, malária grave, tais como; malária cerebral (MC) e gestacional (MG). MC é um fenômeno multifatorial e mediada pela adesão de eritrócitos infectados (EI) a diferentes receptores expressos na superfície de células endoteliais da microvasculatura. Além do processo de citoaderência parasitária, indivíduos com MC apresentam um desbalanço da resposta imune, acarretando numa elevada expressão de citocinas pró-inflamatórias e de receptores envolvidos na adesão leucocitária (ICAM-1), no aumento dos níveis de lactato e da pressão intracraniana, e na disfunção da barreira hemato-encefálica (BHE) e na cascata de coagulação. Mais ainda, na malária cerebral experimental (MCE) foi demonstrada a participação do óxido nítrico (NO) nos mecanismos de proteção. Em estudo anterior realizado pelo nosso grupo mostramos que a oxigenação hiperbárica (HBO) é capaz de retardar, e até mesmo proteger, os sintomas associados a MCE atuando, em parte, reduzindo o processo inflamatório. Importante, diversos estudos têm demonstrado que a HBO é capaz de reduzir o processo isquêmico e inflamatório, inclusive reduzindo a expressão de ICAM-1. Neste projeto pretendemos expandir o entendimento dos efeitos protetores da HBO, levando-se em consideração a participação do NO, além de avaliar o processo de coagulação na MCE. Ainda, analisaremos o efeito da HBO no processo de citoadesão de Plasmodium falciparum em células endoteliais humanas e de macacos em sistema estático ou de fluxo, que leva em consideração a pressão sangüínea. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Revista Pesquisa FAPESP sobre o auxílio::
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