Busca avançada
Ano de início
Entree

A influencia da obesidade central na lipemia em jejum e no pos-prandial de idosos com e sem sindrome metabolica.

Processo: 07/59087-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2008 - 31 de março de 2010
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição
Pesquisador responsável:Maysa Seabra Cendoroglo
Beneficiário:Maysa Seabra Cendoroglo
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Síndrome metabólica  Idosos  Inflamação 

Resumo

A epidemia da obesidade tem sido a principal causa para o aumento da Síndrome Metabólica (SM), que está relacionada à elevada mortalidade cardiovascular, determinando seu aumento em 2,5 vezes. O envelhecimento populacional associado á epidemia da SM e da obesidade precisa de abordagem e controle adequados. Estudo recente de nosso grupo mostrou que, independente de antecedente cardiovascular, os idosos apresentaram comportamento metabólico de risco no pós-prandial. Porém não encontramos estudos da relação entre SM e lipoproteinas no pós-prandial, principalmente em idosos, os mais acometidos por desordens metabólicas. Portanto, a proposta deste estudo é examinar a influência da obesidade central no comportamento dos lipídios no período pós-prandial em idosos com e sem SM. Serão estudados 80 idosos com idade > 65 anos. A composição corporal será avaliada pela bioimpedância elétrica e serão medidos o peso, a estatura, pregas cutâneas e a circunferência da cintura para avaliação antropométrica. A avaliação do consumo alimentar será feita por meio do registro alimentar de 3 dias. Os pacientes receberão uma dieta padrão via oral com composição de lipídios correspondente ao consumido em um dia habitual e após sua ingestão nas 2 horas, 4 horas e 6 horas serão coletadas amostras de sangue para dosagem dos lipídios e da interleucina 6 (IL-6) no período pós-prandial. Os parâmetros laboratoriais serão: glicemia e insulina de jejum, colesterol total e frações, triglicérides e proteína C-reativa (PCR). Também serão determinadas no soro por ELISA a IL-6 e o TNF-alfa, além do fibrinogênio. A resistência à insulina será determinada por meio do cálculo do homeostatic model assessment (HOMA). Para a análise estatística dos resultados serão utilizados os testes de t de student ou Mann-Whitney, o coeficiente de correlação de Pearson, a análise de Friedman e a análise de regressão múltipla. O valor de P <0,05 será fixado para significância estatística. (AU)