| Processo: | 08/09009-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Acioly Luiz Tavares de Lacerda |
| Beneficiário: | Acioly Luiz Tavares de Lacerda |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Clínica médica Usuários de drogas Cocaína crack Transtornos relacionados ao uso de substâncias Proteínas de transporte Dopamina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cocaína | cognição | Polimorfismo | Spect | Transportador de Dopamina | Neuroimagem, Neuropsicologia, Genética |
Resumo
Introdução: Estudos de neuroimagem evidenciam alterações no transportador de dopamina (DAT) após o uso crônico de cocaína. Fatores genéticos apresentam importante função na vulnerabilidade à dependência e o funcionamento executivo desempenha importante papel no impulso em usar a droga e nas dificuldades para interromper o uso. Objetivo: Avaliar a integridade neuroanatômica e de DAT, correlacionando os achados com os polimorfismos localizados no gene SLC6A3 e o funcionamento executivo em usuários crônicos de crack em uso atual e em abstinência, comparados com controles saudáveis. Métodos: Em um estudo de corte transversal, 150 usuários divididos em 5 grupos de acordo com o tempo de uso e o período de abstinência e 50 controles serão submetidos a exames de neuroimagem funcional (SPECT), ressonância magnética, análise genética e à avaliação neuropsicológica. Resultados: É esperado que: (1) usuários crônicos de crack apresentem aumento de densidade de DAT no estriado quando comparados a controles saudáveis e usuários de curto prazo; (2) usuários de crack apresentem um pior funcionamento executivo quando da comparação com controles saudáveis e usuários de curto prazo; (3) usuários agudos de crack (menos de dois anos) abstinentes há seis meses apresentem níveis iguais de DAT aos do grupo controle; (4) usuários crônicos de crack apresentem redução volumétrica do córtex orbitofrontal, além de diminuição da integridade do corpo caloso nas sub-regiões rostrais. (AU)
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