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Efeito do exercício físico supervisionado sobre a função endotelial e células progenitoras endoteliais em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico

Processo: 08/09295-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de janeiro de 2009 - 30 de junho de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Emilia Inoue Sato
Beneficiário:Emilia Inoue Sato
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Exercício físico  Lúpus eritematoso sistêmico  Células-tronco 

Resumo

Introdução: as doenças cardiovasculares são importante causa de morbi-mortalidade no lúpus eritematoso sistêmico (LES) e distúrbios na função endotelial são implicados na sua patogênese. A função endotelial depende também das células progenitoras endoteliais (EPCs), que aumentam a angiogênese, promovem a reparação vascular e têm potencial como marcadoras de morbi-mortalidade cardiovascular. Pacientes com LES têm disfunção endotelial e menor número de EPCs que controles sadios. Em doenças como insuficiência cardíaca e diabetes mellitus o exercício físico (EF) é um importante preditor de redução da morbi-mortalidade cardiovascular. Entre os fatores cardioprotetores influenciados pelo EF, o endotélio é um alvo reconhecido. Justificativa: não há trabalho com avaliação do efeito do EF sobre a função endotelial e EPCs em pacientes com LES. Objetivos: avaliar o efeito do EF supervisionado sobre a função endotelial, número e capacidade proliferativa de EPCs e níveis de fator de crescimento derivado do endotélio (VEGF). Pacientes e Métodos: 60 mulheres com LES (18 a 50 anos) serão randomizadas em dois grupos: grupo intervenção (GI) 30 pacientes para prática de EF supervisionado por 1 hora, 3 x/semana, por 16 semanas e grupo controle (GC) 30 pacientes sem EF. EF: caminhada com velocidade de freqüência cardíaca do limiar anaeróbico ventilatório obtida em teste ergoespirométrico e monitorada por freqüencímetro. Após 16 semanas, as pacientes do GC serão convidadas a participar do GI, o que justifica a realização de novos exames após novo péríodo de treinamento nas 30 pacientes. Nos tempos 0 e 16 semanas serão realizadas avaliação da função endotelial por ultra-sonografia da artéria braquial e vasodilatação mediada pelo fluxo; EPCs serão avaliadas por citometria de fluxo e unidade formadora de colônia e quantificação de VEGF por ELISA. A atividade da doença será avaliada pelo SLEDAI (escore validado pelo Colégio Americano de Reumatologia) e será avaliado nos tempos zero e ao final de 16 semanas. Análise estatística: teste de normalidade, teste de variância, teste t de Student e testes não paramétricos (dados com distribuição não normal); p<0,05 será considerado significante. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
DOS REIS-NETO, EDGARD TORRES; DA SILVA, ALINE EVELYN; DE CASTRO MONTEIRO, CARLOS MANOEL; DE CAMARGO, LUCIANO MONTEIRO; SATO, EMILIA INOUE. Supervised physical exercise improves endothelial function in patients with systemic lupus erythematosus. RHEUMATOLOGY, v. 52, n. 12, p. 2187-2195, DEC 2013. Citações Web of Science: 18.

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