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Estudo das vias de sinalização MAPK e PI3K/Akt, da resistência as múltiplas drogas e da doença residual mínima em pacientes adolescentes e adultos com leucemia linfoblástica aguda

Processo: 09/51002-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2009 - 30 de junho de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Mihoko Yamamoto
Beneficiário:Mihoko Yamamoto
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Leucemia linfoide  Neoplasia residual  Peptídeos e proteínas de sinalização intercelular  Proteínas oncogênicas  Imunofenotipagem  Técnicas de diagnóstico molecular  Resistência a múltiplos medicamentos  Adolescentes  Adultos 

Resumo

A leucemia linfoblástica aguda (LLA) é uma neoplasia de células precursora linfóides. Possui maior incidência em crianças, onde possui taxas de cura mais altas quando comparadas às do adulto. Fatores que influenciam o prognóstico incluem fatores clínicos, tais como idade, leucometria e resposta terapêutica, além de fatores biológicos, como o imunofenótipo e as alterações citogenéticas. A presença de doença residual mínima, que pode ser detectada por técnicas de imunofenotipagem ou moleculares, é fator prognóstico de grande impacto. Além destes, a presença funcionaste da proteína relacionada à resistência às múltiplas drogas também pode estar relacionada com pior evolução. Mais recentemente, tem sido estudado o papel da ativação de vias de sinalização, tais como MAPK e PI3K/AKT, no prognóstico desta doença. Materiais e Métodos: Serão estudados casos de pacientes admitidos nos serviços de hematologia da UNIFESP, IOP, HSPE, IC-FMUSP, Hosp Amaral Carvalho e HC-FMRP totalizando cerca de 55 casos novos/ano. Serão utilizadas técnicas de citometria de fluxo para avaliação das vias de sinalização celular MAPK e PI3K/AKT e técnicas de western-blott para análise confirmatória. Ao diagnóstico será avaliado o imunofenótipo e a presença de alterações moleculares de pior prognóstico. Será avaliada ainda a presença e a função da proteína MDR ao diagnóstico. No final da indução será avaliada a DRM por técnica de citometria de fluxo e técnica molecular quando a alteração estiver presente. (AU)