| Processo: | 08/50352-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2010 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Nancy Cristina Junqueira Bellei |
| Beneficiário: | Nancy Cristina Junqueira Bellei |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Bocavirus humano Rhinovirus Vírus sinciciais respiratórios |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bocavirus Humano | Rinovirus | Virus Respiratorios |
Resumo
As infecções do trato respiratório superior (ITRS) de etiologia viral estão entre as infecções mais comuns encontradas em crianças e adultos, ocorrendo de 3 – 8 vezes por ano em lactentes e crianças. Estudos realizados nos Estados Unidos relatam 2-4 episódios de infecção respiratória por adulto/ano. De acordo com o Centro de Controle de Doenças (CDC), dentre as 4 milhões de crianças nascidas nos Estados Unidos em 2003, ocorreram de 12-13 milhões de episódios de ITRS entre crianças de 1 e 2 anos. ITRS podem determinar complicações como a exacerbação da asma, otite média aguda, bronquite pós-viral, exacerbação de doença pulmonar crônica obstrutiva (DPOC) e pneumonia, particularmente em imunocomprometidos. Diversos agentes virais já foram relacionados, porém em relatos de etiologia de ITRS, 12 - 39% dos casos permanecem sem agente etiológico esclarecido, sugerindo que agentes desconhecidos possam estar envolvidos na origem da infecção. Através da utilização de técnicas de biologia molecular Allander et al. (2005) identificaram um vírus denominado "Bocavírus Humano" (HBoV), que possui homologia com os vírus da família Parvoviridae. Neste mesmo trabalho foi relatada uma prevalência de 3,1% desse vírus em crianças com infecção do trato respiratório inferior. Este estudo tem como objetivo investigar a epidemiologia e a importância clínica desse novo agente de doenças respiratórias virais em adultos e crianças, questão ainda não elucidada em nosso meio. As amostras para inclusão neste projeto foram coletadas de crianças e adultos sintomáticos durante períodos consecutivos entre 2001 a 2007, no Hospital São Paulo - UNIFESP. (AU)
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