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Análise estrutural e funcional da região LEE de Escherichia coli enteropatogênica atípica

Processo: 08/52196-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2008 - 31 de julho de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos
Pesquisador responsável:Waldir Pereira Elias Junior
Beneficiário:Waldir Pereira Elias Junior
Instituição-sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Diarreia  Escherichia coli enteropatogênica atípica  Virulência  Fatores de virulência 

Resumo

O termo Escherichia coli enteropatogênica (EPEC) atípica é usado para definir amostras de EPEC que não transportam o plasmídio EPEC adherence factor (EAF). Estas EPEC têm sido encontradas como causa de diarréia em vários países, incluindo o Brasil. As EPEC atípicas podem pertencer ou não aos sorogrupos clássicos de EPEC. Apresentam em comum com as EPEC típicas a capacidade de causar uma lesão histopatológica no epitélio intestinal denominada lesão attaching-effacing (NE), desencadeada por uma série de proteínas codificadas por uma ilha de patogenicidade conhecida como locus of enterocyte effacement ou região LEE. As EPEC atípicas podem aderir ou não a células HEp-2. As aderentes expressam predominantemente o padrão localizado-like (LAL), bem como os padrões agregativo (AA), difuso (DA) ou localizado (LA). Em um recente projeto de caracterização fenotípica e genotípica de amostras de EPEC atípica isoladas de crianças com diarréia, foram detectadas amostras que apresentavam os padrões de adesão LAL, AA e DA, além de amostras não aderentes (NA). Esses achados sugerem que a região LEE de certas amostras podem não estar sendo expressa, uma vez que, com exceção das amostras que expressam LAL, não desencadeiam a lesão NE. Desta forma, o principal objetivo deste estudo é analisar a região LEE de EPEC atípica do ponto de vista estrutural e funcional, empregando amostras que apresentam três fenótipos de interação com células epiteliais cultivadas, ou seja, LAL, AA e DA, além de amostras NA. A presença dos genes da região LEE dessas amostras será pesquisada e suas seqüências determinadas. A expressão desses genes será avaliada e quantificada sob diferentes condições e intervalos de incubação. Com isso pretende-se identificar o motivo pelo qual essa região não é capaz de mediar a formação da lesão NE. (AU)

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