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Melhoramento genético do trigo visando maior produtividade, resistência as doenças e tolerância ao alumínio tóxico para o estado de São Paulo

Resumo

Tem por objetivo desenvolver novas cultivares com maior produtividade, porte semi-anão, palha forte, maior fertilidade da espiga, maior perfilhamento, precocidade, resistência à degrana, resposta à adubação, índice de colheita mais alto, adaptação ampla, resistência às doenças, tolerância à toxicidade de alumínio e melhores qualidades nutritivas e tecnológicas. Está sendo empregado o método genealógico no programa de melhoramento. Hibridações são realizadas anualmente, empregando cultivares comerciais, linhagens promissoras do Instituto Agronômico, além das linhagens selecionadas do CIMMYT (México). Plântulas híbridas, em geração F2, são avaliadas em soluções nutritivas contendo níveis tóxicos de AI3+, sendo que as tolerantes são transplantadas para vasos no telado. Por ocasião da época de maturação são colhidas espigas individuais de cada planta selecionada, levando-se em conta também o ciclo e a altura das plantas. Estas são debulhadas e semeadas na geração F3, em linhas de 1 m de comprimento, em diferentes locais. Por ocasião da época de maturação seleções de espigas são novamente realizadas levando-se em conta as características desejáveis. Este procedimento é feito até a geração F5 ou F6, onde são selecionadas linhas uniformes que se constituem em novas linhagens. Os métodos de indução de mutação e de obtenção de linhagens diaplóides são também utilizados. As novas linhagens obtidas por qualquer um dos métodos considerados são avaliadas em ensaios preliminares de progênies, ensaios de novas linhagens e ensaios de avaliação de genótipos para o cultivo de sequeiro e com irrigação por aspersão no Estado de São Paulo, levando-se em conta as características agronômicas, visando a recomendação de novas cultivares aos agricultores. (AU)