| Processo: | 10/07898-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia |
| Pesquisador responsável: | Sérgio Augusto Morais Carbonell |
| Beneficiário: | Sérgio Augusto Morais Carbonell |
| Instituição Sede: | Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Alisson Fernando Chiorato ; Regina Celia de Matos Pires ; Ueliton Messias |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 11/09370-0 - Melhoramento genético para tolerância a seca em feijoeiro, BP.TT |
| Assunto(s): | Melhoramento genético vegetal Feijão Phaseolus vulgaris Linhagens vegetais Irrigação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | déficit hídrico | Feijão | Phaseolus vulgaris | Potencial hídrico | Produtividade | seleção de plantas | Melhoramento de plantas |
Resumo
O Brasil destaca-se como maior produtor e maior consumidor de feijão (Phaseolus vulgaris L.), no entanto a produtividade média é considerada baixa devido aos fatores bióticos e abióticos, sendo as condições de seca um dos principais fatores limitantes. Sendo assim, para se obter um maior sucesso no desenvolvimento de novas cultivares para o mercado do agronegócio feijão, os programas de melhoramento buscam além das características desejadas de mercado a introgressão de tolerância a seca às novas cultivares candidatas. Deste modo, o objetivo do trabalho compreende em selecionar linhagens tolerantes à seca bem como subsidiar o Programa de Melhoramento do IAC no direcionamento de cruzamentos com genitores tolerantes para futuras recomendações. Para tanto, serão realizadas avaliações quanto às características relacionadas a tolerância a seca de oito cultivares (BAT 477, SEA-5, IAPAR-81, Carioca Comum, IAC-Alvorada, IAC-Carioca Tybatã, IPR-Uirapuru, IAC-Diplomata), bem como das progênies F3 selecionadas oriundas dos cruzamentos entre as respectivas cultivares. As avaliações com relação a tolerância a seca serão realizadas tanto na parte aérea quanto no sistema radicular (rizotron), onde serão mantidas em condições irrigadas e não irrigadas. Em estufa, os experimentos serão instalados em delineamento de blocos casualizados, com parcelas subdivididas e duas repetições com estresse hídrico imposto nos diferentes estádios de desenvolvimento das plantas (vegetativo, pré-floração e pós-floração), onde serão realizadas avaliações quanto às relações hídricas, área foliar, massa seca e rendimento de grãos, selecionando progênies F3 tolerantes a seca. Busca-se com estas avaliações, genótipos superiores em relação aos caracteres relacionados à tolerância à seca, e com melhor uso do componente água para uma futura recomendação de novas cultivares. (AU)
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